Alex Canziani protocola novo pedido de esclarecimento em Londrina

PTB Notícias 17/04/2007, 9:28


O deputado federal Alex Canziani (PTB/PR) protocolou, na última semana, um novo pedido de informações a respeito dos contratos de terceirizações promovidos pela Administração Municipal de Londrina.

Desta vez, o deputado petebista solicita os dados sobre os contratos firmados pela Administração Indireta.

Da primeira vez que o petebista solicitou informações sobre o assunto, no início de março, a Prefeitura repassou somente apenas as informações sobre os contratos firmados diretamente.

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“Neste novo documento citamos nominalmente a maioria das empresas municipais, como a Sercomtel, Idel (Codel), CMTU, Fundação de Esportes, Acesf, IPPUL, Cohab, Capsmel, Terminal Rodoviário e Procon.

Estamos perguntando quantos e quais os serviços foram contratados por estas empresas a partir de 2001, entre outras coisas.

Também queremos saber qual o valor pago e a forma de pagamento pelos serviços prestados pelas contratadas”, esclareceu Canziani.

O petebista afirma não ser contra a terceirização em si.

“Até acho esse procedimento interessante.

Mas não entendo por que tantos serviços estão sendo terceirizados.

Pode estar havendo um exagero e um dispêndio financeiro muito grande por parte da Prefeitura, a julgar pelas notícias que têm saído na imprensa.

Só mesmo com as respostas é que saberemos a verdade”, diz.

E afirma estar tomando esta atitude somente agora por causa da suposta grande quantidade de serviços que estão sendo terceirizados.

Quando a Prefeitura atender ao novo pedido, Caziani pretende cruzar informações dos dois documentos, mais aqueles já divulgados no site da própria Prefeitura, para ter um mapa geral de todo o processo de terceirização.

“O que eu posso dizer, por enquanto, é que há alguns dados, informações e até contratos supostamente estranhos.

Mas, neste momento, não podemos categoricamente afirmar nada.

Não podemos ser levianos ao apontar este ou aquele caso sem antes averiguarmos a papelada por completo”, finaliza.

Agência Trabalhista de Notícias