Amorim alerta para riscos de interdição da BR364 e se solidariza com greve

PTB Notícias 8/08/2007, 17:54


Um alerta à direção da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e ao Ministério dos Transportes foi feito pelo deputado federal Ernandes Amorim, do PTB de Rondônia, para evitar eventuais problemas de abastecimento em Rondônia e estados vizinhos como Acre e Amazonas, de transporte de passageiros, e do sagrado direito de ir e vir, em decorrência das rotineiras interdições, feitas por manifestantes, da BR 364, único acesso terrestre do estado.

Ao fazer o alerta, o parlamentar petebista cobrou das autoridades federais – responsáveis pelo tráfego e manutenção da BR 364 – providências para evitar as constantes interdições da principal rodovia que corta de ponta-a-ponta todo estado de Rondônia.

Amorim lembra aos representantes dos órgãos governamentais que na rodovia estão instaladas e operando unidades de riscos como o sistema de geração de energia da Eletronorte na usina hidrelétrica de Samuel, e uma outra, termelétrica.

“Somos favoráveis e até damos apoio às manifestações em favor das lutas justas de diversas categorias.

Na condição de parlamentar é nosso dever apoiá-las, já que fomos eleitos para defender os interesses coletivos de nosso Estado, mas é preciso bom-senso.

Virou moda em Rondônia se interditar a Br 364, por qualquer motivo.

Não se pode prejudicar o abastecimento de alimentos, combustíveis e o direito constitucional de ir e vir de todos.

Se o problema é com o Governo do Estado, vamos até ele no Palácio; se com deputados, vamos à Assembléia; com a falta de regularização fundiária vamos ao Incra e ao Ibama.

É lá que devemos centrar nossos esforços em busca de melhorias, não fechando a rodovia e prejudicando a vida de toda uma população”, afirma Amorim.

Apoio à educação Em entrevista, por telefone, a emissoras de rádio em Ji-Paraná, Amorim também prestou solidariedade aos trabalhadores da educação em greve no Estado.

Disse que já conversou com os deputados estaduais Daniela Amorim (PTB) e Euclides Maciel, para buscar, na Assembléia Legislativa, meios legais de sustar a lei que derrubou as vantagens da categoria.

“Esses deputados já começaram essa luta.

Me contaram que a maioria dos parlamentares votou sem saber o que estava votando, porque não houve tempo para análise em comissão, já que a matéria foi inserida numa pauta com outros assuntos, já pela madrugada, quando da última convocação extraordinária, mas se comprometeram em rever essa posição”, disse Amorim.

fonte: Jornal Diário da Amazônia