Aprovado projeto de Petebista que permite reutilização da água de chuva

PTB Notícias 20/05/2011, 7:47


Foi aprovado, na sessão da última quarta-feira, 18/05, da Câmara de Catanduva (SP), o projeto de lei de autoria do vereador Marcos Crippa (PTB), que cria naquele município o sistema de reutilização da água de chuva em prédios públicos, como o Paço Municipal, o Mercadão, as escolas e mesmo a sede do Legislativo.

A proposta contou com aprovação unânime dos vereadores, nas duas votações realizadas na sessão.

Agora, ela precisa ser sancionada pelo prefeito Afonso Macchione Neto, para que possa entrar em vigor.

No texto do projeto, Crippa especifica que a água de chuva (não potável) deverá ser usada em descargas de sanitários, irrigação de jardins, lavagens de veículos e calçadas e limpeza de paredes e pisos em geral.

“Esse projeto dá condições para que a prefeitura possa implantar na cidade um sistema que permita a reutilização da água de chuva.

O momento é bastante oportuno para que essa iniciativa vá adiante, até porque, com a despoluição do Rio São Domingos, o município tem investido muito na instalação de novas redes de esgoto e de galerias pluviais”, afirma Crippa.

O vereador lembra que um sistema semelhante ao previsto no projeto já vem sendo utilizado com sucesso em São Paulo.

“No meu entender, a ideia é bastante viável, ainda mais em uma época como atual, em que a prefeitura e a Saec (Superintendência de Água e Esgoto de Catanduva) realizam campanhas para incentivar a população a economizar e a fazer o uso consciente dos recursos naturais”, diz Crippa.

Ele acredita que o sistema de proposto na nova lei, além de evitar o desperdício de água potável, ajudaria a conter enchentes, já seria capaz de conter parte do fluxo que seria direcionado aos rios e córregos da cidade.

Limpeza na pauta Por recomendação de Crippa, o presidente da câmara, Daniel Palmeira, aceitou (com o aval dos demais vereadores) realizar uma sessão extra, anteontem à noite, a fim de permitir que todos os itens da ordem do dia pudessem ser apreciados de uma vez, em primeira e segunda votação.

“Como os projetos contavam com aval das comissões, não havia sentido esperar uma semana a mais para que fossem aprovados.

Havia algumas questões importantes para o município.

Por isso achamos melhor limpar a pauta”, explica Crippa.

Agência Trabalhista de Notícias (LL) com informações do Portal Rede Bom Dia