Auricchio: Flávio Rstom é o preferido para assumir o PTB de São Caetano

PTB Notícias 2/01/2014, 6:58


O comando do PTB de São Caetano (SP) deve ficar com o vereador Flávio Rstom, segundo o ex-prefeito e atual secretário paulista de Esporte, Lazer e Juventude, José Auricchio Júnior (PTB).

A sigla está sem comandante desde que o ex-assessor do petebista Altevir Anhê entregou carta de desfiliação para resolver problemas pessoais.

Com a lacuna, a dupla de vereadores do PTB – Rstom e Gersio Sartori – retomou antiga reivindicação de que o comando da sigla deveria ficar com um dos parlamentares.

“Os vereadores são experientes.

O Flávio é quem está se mostrando com mais disponibilidade de assumir a presidência.

Acho que é bom compartilhar com eles, porque eles têm história rica e bonita.

Podem contribuir na reestruturação do partido na busca por forças e gente nova”, afirmou Auricchio.

O ex-prefeito também adiantou que o mandatário do PTB paulista, o deputado estadual Campos Machado, está ciente da movimentação.

“O Campos é um democrata.

Está de acordo.

Eu também me dou muito bem com os vereadores, não teremos problemas”, confirmou o petebista.

Auricchio esteve à frente do partido em 2012, entretanto, descartou a possibilidade de retomar o posto.

“Não tenho esse desejo.

Já dei a minha contribuição partidária.

É uma função que dá trabalho e eu, como secretário estadual, tenho agenda recheada de viagens.

Não daria para casar a agenda”, comentou.

Depois de a sigla ter assistido ao rompimento de 30 anos ininterruptos de administrações petebistas à frente do Palácio da Cerâmica com a derrota da ex-prefeiturável Regina Maura Zetone (sem partido), a legenda passa por processo de esvaziamento.

O caso mais emblemático foram as saídas dos vereadores Paulo Bottura e Jorge Salgado para o recém-criado Pros.

Adversário político de Auricchio, o prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) aprovou a troca dos parlamentares.

“O partido foi o que mais cresceu nos últimos tempos e naturalmente que com a perda da administração ele vai esvaziar.

É um processo natural”.

minimizou Auricchio.

* Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações do portal Diário do Grande ABC