Câmara de São Caetano aprova pacote de projetos de Auricchio para 2010

PTB Notícias 11/11/2009, 8:35


A Câmara de São Caetano aprovou ontem, 10/11, em definitivo, o pacote de projetos de lei do prefeito José Auricchio Júnior (PTB) que preveem aplicação de R$ 29,2 milhões para melhorar os setores de Segurança Pública, Saúde e Educação em 2010.

Outra propositura revoga os comodatos de áreas públicas destinadas à instalação de centros esportivos.

Agora, a Secretaria de Esporte e Turismo fica responsável por administrar as áreas destinadas aos clubes.

Por conta do pacote, foram realizadas ontem duas sessões, garantindo assim aprovação em primeira e segunda discussão.

Na sexta-feira, a partir das 11h, mais duas extraordinárias serão destinadas a propostas do Poder Executivo.

A postura está sendo usada para que o maior número de projetos seja aprovado antes do recesso, no começo de dezembro.

“As sessões de 17 e 24 de dezembro serão exclusivas ao orçamento de 2010”, afirmou o presidente da Câmara, Gersio Sartori (PTB).

APLICAÇÕES – O primeiro projeto da aplicação concederá R$ 1,7 milhão à Polícia Militar, bombeiros e ao tiro de guerra.

A verba beneficiará delegacias de São Caetano e de São Bernardo.

O secretário de Governo, Tite Campanella, disse que o montante se destina à compra de equipamentos.

A segunda matéria prevê R$ 25,3 milhões às fundações Pró-Memória, Municipal de Saúde, das Artes, Municipal Anne Sullivan e à USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul).

A proposta garante também R$ 2,2 milhões a 75 entidades sociais, como a Associação de Pais e Mestres e Sociedade de São Vicente de Paulo.

CENTROS ESPORTIVOS – “Brinquei com o prefeito que esse projeto era de minha autoria.

Já tinha feito um estudo e apontado que os centros de esporte e recreação não tinham possibilidade financeira de se manter sozinhos”, afirmou o vereador da oposição, Edgar Nóbrega (PT).

Para o parlamentar da base governista Jorge Salgado (PTB), a grande prova que a situação administrativa dos centros não estava correta “foi o silêncio dos seus diretores”.

“Nenhum presidente questionou o fim do comodato”, completou.

Cogita-se que as áreas de alguns centros esportivos seja, cedidas a projetos habitacionais, o que causou discórdia na Casa de Leis.

Segundo o vereador Gilberto Costa (PP), existem áreas de risco de alagamento onde planeja-se construir casas.

“Não vamos colocar a população nessa situação”, disse.

Em defesa do governo, Jorge Salgado afirmou que a engenharia existe “para auxiliar o homem”.

* Agência Trabalhista de Notícias com informações do Jornal Repórter Diário