CE do Senado aprova projeto de Osvaldo Sobrinho que beneficia professores

PTB Notícias 16/10/2013, 17:00


A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta quarta-feira (16/10/2013), projeto de autoria do senador Osvaldo Sobrinho (PTB-MT), que pode conceder aos profissionais da educação adicional de até um terço do salário para período reservado a estudos e planejamento das aulas.

Atualmente este período é permitido apenas ao magistério.

A aprovação aconteceu depois de os senadores da comissão atenderem a apelo emocionado de Osvaldo Sobrinho e desistirem de pedido de vista coletiva, que adiaria a votação por mais uma semana.

O projeto modifica a Lei de Diretrizes e Base (LDB) da Educação e ainda será analisado em caráter terminativo, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Assim que o (http://www.

senado.

leg.

br/atividade/materia/detalhes.

asp?p_cod_mate=94524″ target=”_blank) PLS 560/2009 foi relatado ad hoc pelo senador Paulo Paim (PT-RS), os senadores Cícero Lucena (PSDB-PB) e Ana Rita (PT-ES) pediram vista coletiva para analisar melhor o projeto com relação ao possível impacto financeiro.

Ao defender o projeto, Osvaldo Sobrinho disse a educação é considerada por muitos senadores área prioritária, mas que na hora de votar, “grande parte pula fora, não destinando os recursos necessários para melhorar a educação no país.

Educação se faz com qualidade, investimento e com propostas concretas.

Educação não deve ser vista como um gasto, como uma despesa e sim como investimento.

Se o Brasil não acordar, nós nunca vamos ter educação de qualidade.

Não se pode brincar com a educação.

Só se faz educação, investindo nela”.

Osvaldo Sobrinho ressaltou que os professores brasileiros realizam muitas atividades fora das salas de aula e do horário de expediente normal, como correção de provas, preparação de aulas e orientação a estudantes.

O senador informou ainda que instituiu essa regra na rede pública estadual de Mato Grosso no período em que foi secretário de Educação, entre 1991 e 1994.

“Quando o governo seguinte assumiu, acabou com o projeto alegando que necessitava baixar os gastos públicos.

“Agência Trabalhista de Notícias (FM), com informações da assessoria da Comissão de EducaçãoFoto: José Cruz/Agência Senado