Comissão de Educação do Senado aprova relatório de Zambiasi

PTB Notícias 28/06/2006, 13:34


A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta quarta-feira o relatório do senador Sérgio Zambiasi ao Projeto de Lei da Câmara 57/2006, que institui o dia 1º de setembro como o Dia do Profissional de Educação Física.

Os senadores também aprovaram, por solicitação de inclusão na pauta feita pelo senador Zambiasi, o PLC 132/2005, que regulamenta o exercício da profissão de supervisor educacional.

O dia do profissional de educação física foi proposto pela deputada federal Laura Carneiro (PFL-RJ), com o objetivo de homenagear esses profissionais que, segundo a parlamentar, são os principais agentes da atividade física.

O senador Sérgio Zambiasi lembra que a profissão foi regulamentada através da Lei 9.

696, promulgada em 1º de setembro de 1998.

“Como a profissão está devidamente regulamentada, nada mais justo do que instituir um Dia Nacional para sua comemoração”, argumentou Zambiasi, destacando a relevância do papel exercido pelos profissionais de educação física.

Para o senador, eles contribuem decisivamente tanto para o bem-estar e a saúde da população quanto para o desenvolvimento do desporto nacional.

Supervisores O Projeto de Lei da Câmara 132/2005, de iniciativa do deputado Cezar Schirmer (PMDB-RS), institui e regulamenta a profissão de supervisor educacional, cujo exercício é prerrogativa dos diplomados em cursos de graduação em instituição de educação superior devidamente autorizada e credenciada.

De acordo com o senador Zambiasi, relator da proposta na Comissão de Educação, os supervisores educacionais constituem um dos segmentos de profissionais que asseguram o funcionamento dos estabelecimentos escolares e das demais instituições que compõem os sistemas de ensino.

“Ao se tratar da educação escolar, as atenções se voltam, tradicionalmente, apenas para professores e alunos.

No entanto, o ato institucional de educar envolve outros profissionais, que oferecem suporte indispensável para que os sistemas de ensino possam funcionar apropriadamente, atingindo os objetivos que a sociedade e as leis deles esperam”, argumentou Zambiasi.

A matéria já havia sido aprovada por unanimidade na Comissão de Assuntos Sociais.