Conheça a trajetória política do petebista Ronaldo Santini

PTB Notícias 26/01/2021, 10:00


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O Deputado Federal Ronaldo Santini (PTB/RS) é natural do município de Lagoa Vermelha (RS), formado em Direito, e desde 1992, tem trabalhado de forma intensa para contribuir com o avanço de importantes temas para o desenvolvimento do país.

Dentre suas pautas está a busca pela desburocratização dos serviços e processos, o da infraestrutura e o de melhorias na saúde pública.

Santini foi autor de emendas importantes, responsáveis pela liberação de grandes orçamentos, indicados pela Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa, para os hospitais municipais do Estado.

Nos últimos oito anos, esteve na coordenação de orçamento do gabinete do Senador Sérgio Zambiasi (PTB/RS), atuando também como secretário da bancada federal gaúcha no Congresso.

Em 2010, foi eleito deputado estadual e trouxe grandes conquistas para a sociedade gaúcha, atuando como vice da Assembleia Legislativa e, em muitas oportunidades, como presidente, bem como na presidência de Frentes da área de saúde e desburocratização.

Em 2015, o parlamentar chegou a ser indicado pela União dos Legislativos Estaduais (UNALE) para representar os Parlamentos de todos os Estados na Comissão de Juristas da Desburocratização.

Santini também foi presidente da Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Além disso, atualmente, também é um dos integrantes da Comissão Mista da Reforma Tributária.

O PTB Notícias entrevistou Santini por telefone. Confira abaixo:

Conte-nos um pouco da sua trajetória politica até aqui.

Iniciei minha trajetória política em 1992, quando criamos a juventude do PTB em Lagoa Vermelha, para apoiar a candidatura prefeito Eli Pegoraro (PTB).

Em 1995, recebi o convite do então deputado federal Osvaldo Biolchi para ser seu motorista em Brasília.

Quando cheguei em Brasília me encantei pela política e resolvi que não seria só motorista. Me especializei na área de orçamento e fiquei com Biolchi até o ano 2000, depois passei a assessorar o Deputado Federal Roberto Argenta e fui convidado pelo deputado Augusto Nardes para Coordenar a Área Técnica da Bancada Federal Gaúcha.

Em 2002, com a eleição do Senador Zambiasi, passei a assessora-lo no senado dividindo o tempo entre o seu gabinete e a coordenação técnica da Bancada Gaúcha.

Em 2006, veio a Cláusula de Barreira para os partidos políticos e fui convidado a concorrer a deputado federal com a missão de fazer 5 mil votos pois já estava em Brasília havia quase 12 anos, portanto, afastado totalmente das bases eleitorais.

O resultado das urnas foi muito além do esperado onde fiz quase 17 mil votos. Logo após as eleições de 2006 fui convidado pelo deputado Luís Carlos Busato (PTB/RS) a trabalharmos em parceria desde aquele momento, para nas próximas eleições concorrer a deputado estadual.

Me elegi com 35 mil votos em 2010, e em 2014 reelegi com 48 mil votos.

Com a eleição do Busato para prefeito em Canoas decidimos que precisávamos assegurar a cadeira já conquistada e concorri a deputado federal obtendo a 29ª colocação na ordem geral do estado com 68 mil votos, mas infelizmente, apesar da votação nos colocar entre os 31 deputados a legenda não assegurou a vaga.

Assumi a cadeira de deputado Federal com a convocação do deputado Covatti Filho (PP) para Secretaria da Agricultura e venho trabalhando desde então para honrar meus 68 mil eleitores, o meu Partido é o meu Rio Grande do Sul.

Tenho me dedicado em diversas causas com destaque especial a Infraestrutura, Agricultura e a Segurança Publica.

Quais são os projetos para o primeiro semestre de 2021?

Em 2021, termos um grande desafio. Trabalhar para que a Câmara dos Deputados possa aprovar as reformas importante que nosso Brasil precisa. As Reformas Tributária, Administrativa e Política são fundamentais para que nosso País cresça e se desenvolva cada vez mais.

E os principais entraves e dificuldades para realização desses projetos?

Vejo que nosso maior problema será vencer as corporações e os interesses individuais. Muitos setores não querem essas reformas e certamente farão de tudo para que não saiam do papel. Cabe a nós enfrentar os temas e aprovar o melhor para o BRASIL, o que não significa que isso seja o mais “simpático” à parcela significativa dos eleitores

Foto: Arquivo pessoal