Conheça melhor os petebistas – Deputado Estadual Marcelo Santos (PTB/ES)

PTB Notícias 25/07/2007, 16:04


O deputado estadual Marcele Santos é cariaciquense – “com muito orgulho”, afirma.

Registrado no Cartório Azevedo de Campo Grande em 20 de julho de 1970, o deputado descreve seu histórico em sua página pessoal.

Confira abaixo o texto na íntegra.

As fotos citadas na matéria podem ser encontradas em (http://www.

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htm”A casa 10 da rua Esmeralda, no Bairro São Geraldo, guarda grande parte de sua história, momentos felizes e de muita união, para superar as dificuldades.

Desde menino, tenho aprendido muito com o trabalho e com meu pai.

Aloízio Santos, com sua conduta, espírito de luta e coragem para enfrentar todos os obstáculos sem se lamentar, sua honestidade e sua confiança na justiça divina, que não o deixou desistir de seus ideais.

A ele, agradeço por tudo o que tenho e pelo homem que sou.

Meu pai, minha estrela guia, ao lado de quem sempre estive para aprender e, se Deus permitir, ao lado de quem quero estar sempre para ajudar.

Minha História, posso dizer, começa mesmo a partir desta foto.

Lembro-me, foi quando tive a certeza de que havia sido definitivamente adotado por meus pais: Aloízio Santos e Alice, que era irmã de minha mãe Biológica, que veio a falecer quando eu ainda tinha pouco mais de dois anos de idade.

Meu pai biológico, eu nunca conheci.

A admiração que tenho pela figura do meu pai vem do homem que me ensinou a amar e a respeitar a vida, meu semelhante e a Deus, que me deu a graça de pertencer à sua família.

Com seis anos de idade, tive a noção de como as coisas eram, porque meu nome é Alexandre Marcelo Coutinho.

Só meus irmãos tinham o sobrenome Santos, um sobrenome que, de tanto amor e respeito por meu pai, adotei e assim me fiz ser conhecido: Marcelo SantosApesar de pequeno, meu pai já me levava a todas as sua caminhadas políticas.

Nessa época, aprendi com ele que sempre vale a pena tentar.

Lamentar, nunca! Meu pai, meu herói, um guerreiro sincero e honesto.

A casa era simples, mas nossa união e sentido de família faziam desse lugar o lar mais sagrado de se viver.

Do número 10 da Rua Esmeralda, no Bairro São Geraldo, só saí para casar e formar minha família.

Nesta foto, eu tinha 11 anos e trabalhava com meu pai no escritório de advocacia dele, em Cariacica.

Meus irmãozinhos já eram quase todos nascidos.

Aqui, estou sentado na cadeira, de camisa vermelha.

À minha direita está a Nina, no colo da Nívea, duas das minhas irmãs.

Atrás, está meu pai, com a mão no ombro do Anderson, que todo mundo conhece por Cicito.

À minha esquerda está a Verônica, atrás de minha prima.

Só ficou faltando a Aline, que ainda não era nascida.

Com esta foto acho que apresentei quase toda a minha família.

Servi ao exército em 1989, um ano importante para mim, porque aprendi a dar mais valor à vida, ao tempo e à família.

Foi aqui também, que entendi melhor a importância da solidariedade e do cumprimento do dever que cada cidadão tem com seu país.

Servi no 38º Batalhão de Infantaria, em Vila Velha, na 1ª Companhia.

Fiz amigos para a vida inteira, compartilhando as dificuldades, as experiências, o treinamento pesado, enfrentando frio, fome, calor e verdadeiros testes para nossas capacidades físicas e mentais.

A vida militar me mostrou mais uma vez que os ensinamentos do meu pai, Aloízio Santos, me guiaram sempre para o caminho do bem.

No 38º BI eu era infante combatente da artilharia.

Da linha de frente, para qualquer combate que a vida me apresentasse.

Assumir o mandato de vereador de Cariacica foi uma das melhores experiências que tive na minha vida profissional.

Foi na Cãmara de meu município que percebi o quanto podia fazer pelas pessoas que acreditam e depositam esperanças em mim.

Investi na educação, fazendo alei que autorizou a prefeitura a dar material e uniforme escolar aos alunos de escolas municipais, cujos pais recebem até um e meio salário mínimo.

A geração de renda também foi outra preocupação que tive, ao elaborar a lei que permite aos taxistas de Cariacica usar o vidro traseiro de seus carros para veiculação de propaganda.

Além dessas bandeiras de luta, intensifiquei a comunicação entre a Cãmara e as comunidades.

O resultado foi a solução mais rápida dos problemas urgentes dos moradores de Cariacica.