Corpo do deputado Ocivaldo Gato será enterrado hoje em Macapá (AP)

PTB Notícias 31/07/2013, 8:17


Faleceu em Belém (PA) por volta de uma hora da madrugada de terça-feira (30/7/2013) o deputado estadual Ocivaldo Gato (PTB-AP), 46 anos.

Ele estava internado no Hospital Saúde da Mulher, havia um mês, onde fazia tratamento contra um câncer na região do abdome.

A doença foi descoberta há um ano.

Ocivaldo era casado com Carol Gato e deixa cinco filhos.

O deputado Ocivaldo Serique Gato era engenheiro civil, e cumpria o segundo mandato como deputado estadual (2002/2006 e 2011/2015).

‘Gatinho’, como era conhecido, entrou para a política em 2000, quando se elegeu vereador pelo município de Macapá.

Ocivaldo era filho de paraenses e empresário da construção civil.

Foi taxista e vendedor no Mercado Central, em Macapá.

O corpo do deputado “Gatinho” será sepultado nesta quarta-feira (31), no Cemitério São José, no bairro Santa Rira, em Macapá.

A deputada Mira Rocha, líder do PTB na Assembleia Legislativa, disse que o Amapá perdeu um grande político.

“O deputado, mesmo debilitado devido ao câncer, estava presente em plenário.

Perdi um grande amigo, era muito querido por todos nós deputados, simpatizantes e amigos.

Ele lutou até o fim”, reforçou Mira.

Em nota de pesar o governo do estado decretou luto oficial por três dias.

Petebista Antônio Furlan sucede Ocivaldo GatoO presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), desembargador Raimundo Vales, explicou, na terça-feira, que quem sucederá Ocivaldo Serique Gato (PTB) na Assembleia Legislativa é o médico Antônio Paulo de Oliveira Furlan (PTB).

Antônio Furlan obteve 5.

135 votos, desses, somente 137 deles atrás de Ocivaldo Gato, e se tornou primeiro suplente da Coligação PTB/PCB/PSDC/PMN/PTC/PRP, na disputa eleitoral de 2010.

Conforme o desembargador titular da Justiça Eleitoral, a vacância, por conta de causa natural, é de Antônio Furlan.

Vales elucidou que o médico será empossado deputado depois dele requerer o cargo junto à Assembleia Legislativa.

O desembargador disse ainda que, após o trâmite, a efetivação será imediata.

“O TRE intervém somente quando ocorre algum problema eleitoral.

No caso de morte ou renúncia, a sucessão é automática.

Com a abertura da vaga no Parlamento estadual, Antônio Furlan deverá requerer sua posse junto à AL”, explicou o desembargador Raimundo Vales.

* Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações dos portais G1 e Globo.

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