Crippa: ‘São muitas as reclamações dos usuários em relação ao circular’

PTB Notícias 24/09/2011, 8:52


O vereador Marcos Crippa (PTB-Catanduva) disse que grande parte da população reclama da prestação de serviços da empresa Jundiá, que explora o serviço de circular urbano em Catanduva (SP).

Segundo o parlamentar, muitos vereadores já comentaram sobre a empresa e o desrespeito com a população, no entanto, agora as denúncias são de maus tratos por parte dos motoristas.

“Eu não culpo os motoristas por isso.

Culpo a empresa que tem obrigação de orientar os funcionários.

Há uma exigência no cumprimento de horário, de uma maneira ou de outra tem de cumprir, senão os condutores são penalizados”, afirmou o vereador, que também comentou o tema na última sessão da Câmara.

De acordo com Marcos Crippa, são várias as reclamações que ele tem recebido dos catanduvenses que precisam utilizar os coletivos para se locomover na cidade.

“É inadmissível essa situação.

Há também alterações de itinerário sem comunicado prévio.

Segundo informações, retiraram recentemente uma linha que passava pelo IMES Catanduva”, comentou.

“Os números dos carros não atendem a demanda da nossa cidade.

O contrato prevê 30 ônibus circulando, porém a empresa oferece somente 20.

Os usuários necessitam de mais carros circulando”, destacou.

O preço da passagem também é questionado pela população.

“Muito se comenta que o ônibus roda mais em Rio Preto, que é uma cidade maior, e cobra os mesmos R$ 2,30 cobrados em Catanduva”, falou.

O secretário municipal e Trânsito, José Garcia Junior, disse que iria conversar com Marcos Crippa, visando saber quais os principais problemas apontados pelos usuários.

“Todo caso que aparece reclamação, vou até o gerente da Jundiá e procuro resolver”, falou à reportagem.

Em relação às mudanças de itinerários, disse que quando feita um comunicado é feito aos usuários.

“Quando tem mudança, avisamos 10 dias antes.

Não houve mudança na linha do IMES”, frisou.

Segundo o secretário, o contrato com a Jundiá começou 2008 e vai até 2018.

“O contrato prevê até 30 ônibus circulando.

Os 20 que estão em circulação atendem as necessidades do município.

Se necessário, colocamos mais”, explicou.

“Quando uma reclamação é feito, vou pessoalmente verificar.

Eu mesmo utilizo o ônibus para chegar in loco o possível problema.

Se houver, vamos resolver”, falou Garcia.

Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações do Portal O Regional