Em entrevista, Cristiano Araújo diz que sua atuação é focada na juventude

PTB Notícias 4/09/2011, 10:08


O deputado Cristiano Araújo (PTB-DF), 28 anos, é o parlamentar mais novo da Câmara Legislativa do Distrito Federal e tem levantado bandeiras típicas de sua geração.

Uma delas é o bullying, que ele afirma ter sentido na própria pele devido à baixa estatura.

O distrital tem buscado promover uma ampla ação de conscientização nas escolas para acabar com a prática.

Outro tema que preocupa o deputado é o combate à combinação de direção e bebida alcoólica.

“Apresentei o projeto Se beber, não dirija, haja vista o grande número de mortes causadas principalmente por motoristas jovens”, diz.

Membro da base aliada do Governo do Distrito Federal, há meses, Cristiano tem negociado a ida para o Executivo local.

“Legendas da outra chapa, como a do candidato a vice [Jofran Frejat (PR)], têm cargos no primeiro escalão, enquanto o PTB está de fora”, critica.

O distrital afirma que as secretarias de Desenvolvimento Econômico e Ciências e Tecnologia são as únicas que interessam ao partido e, qualquer outra opção, não passa de mera especulação.

Quais são as principais bandeiras do seu mandato? Trabalhamos, primeiramente, para enfrentar a questão do bullying.

Apresentei um projeto nesse sentido, fizemos audiências públicas para tratar do tema.

Agora, a ideia é ir às regionais de ensino para dar palestras e mostrar o que o bullying pode causar.

Outro foco é o consumo de bebidas alcoólicas.

Apresentei o projeto Se beber, não dirija, que visa a conscienciatização dos motoristas, haja visto o grande número de mortes causadas principalmente por jovens.

Como reduzir os problemas gerados pela bebida? Temos um projeto pronto para votação que proíbe a venda de bebidas alcóolicas no raio de 500 metros dos estádios, seis horas antes e duas depois dos eventos esportivos.

Essa proposição tem como objetivo principal a Copa do Mundo de 2014.

Também elaboramos outra proposta para proibir a venda em postos de combustíveis.

Esses são os locais, hoje, que contabilizam o maior número de comercializaçóes desse produto.

Acabamos de aprovar, ainda, um projeto que obriga todos os estabelecimentos que vendem bebidas a colocarem nos cardápios a frase: “Se beber, não dirija”.

A lei vai começar a vigorar daqui a 180 dias.

Você já sofreu ou praticou bullying? Sofri na pele, me chamavam de narigudo quando era moleque (risos).

A ideia surgiu da conversa sobre esse assunto com um primo especialista em educação.

Quando comecei a tratar disso, antes mesmo de o tema ficar em voga na mídia, eu não sabia da dimensão do bullying.

Eu sempre fui baixinho e sofri com a provocação na escola.

Acabou partindo, então, da experiência própria.

Trouxemos diversos especialistas conceituados, professores e membros do Ministério Público, para discutir esse movimento.

Só não fomos mais adiante com a questão, ainda, por conta das conversas para assumirmos uma secretaria no Executivo.

Qual é a sua avaliação sobre a atual legislatura? A gente tem conseguido adotar medidas para a aplicação de ritos que não eram cumpridos.

Por exemplo, todos os projetos têm de passar nas comissões da Casa, seja de iniciativa do Executivo ou do Legislativo, e poucos não têm passado.

A Câmara também aprovou projetos importantes, como o PDTU (Plano Diretor de Transporte Urbano), que inicia uma importante mudança no sistema de transporte do DF.

Mas outra coisa importante tem de ser do ponto de vista individual.

Cada parlamentar tem de zelar pela imagem da Câmara.

Como está a relação com o Executivo? Minha relação pessoal é muito boa, mas alguns aspectos políticos poderiam ser tratados de outra forma.

Por exemplo, as decisões do governo deveriam contar com a participação dos deputados.

É preciso envolver mais a Câmara nas ações.

Como está a negociação para você assumir um cargo no GDF? Quem abriu essa conversa de secretaria, é bom que se diga, foi o governo, não o PTB.

O chefe do Executivo é quem nomeia ou demite.

E e o presidente do meu partido, senador Gim Argello, fomos conversar com o secretário de Governo, Paulo Tadeu, e o governador Agnelo Queiroz.

Fomos o quarto partido da coligação Novo Caminho nas eleições passadas com o maior número de votos, e legendas da outra chapa, como a do candidato a vice (PR), têm cargos no primeiro escalão, enquanto o PTB está de fora.

Levamos esse pleito há cerca de três meses e eles estão analisando.

Estamos esperando, mas não recebemos nenhuma sinalização ainda.

Além da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, alguma outra pasta interessa ao PTB? Foi falado na pasta de Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.

Essa história de eu ir para o Detran foi uma grande invenção que surgiu.

Não existe nada e não há a menor possibilidade de isso acontecer.

Já a Secretaria de Trabalho está com o PDT e atende a um deputado da Casa (Israel Batista).

O Glauco (Rojas) está indo bem no comando da pasta e o governo não pode arrumar um problema para resolver outro.

Existem outras áreas que não estão bem e poderiam ser mexidas sem gerar problemas.

Acho que precisamos de uma política séria de desenvolvimento econômico, focada em trazer novas empresas para o DO deputado Cristiano Araújo (PTB), 28 anos, é o parlamentar mais novo da Câmara Legislativa e tem levantado bandeiras típicas de sua geração.

Uma delas é o bullying, que ele afirma ter sentido na própria pele devido à baixa estatura.

O distrital tem buscado promover uma ampla ação de conscientização nas escolas para acabar com a prática.

Outro tema que preocupa o deputado é o combate à combinação de direção e bebida alcoólica.

“Apresentei o projeto Se beber, não dirija, haja vista o grande número de mortes causadas principalmente por motoristas jovens”, diz.

Membro da base aliada do Governo do Distrito Federal, há meses, Cristiano tem negociado a ida para o Executivo local.

“Legendas da outra chapa, como a do candidato a vice [Jofran Frejat (PR)], têm cargos no primeiro escalão, enquanto o PTB está de fora”, critica.

O distrital afirma que as secretarias de Desenvolvimento Econômico e Ciências e Tecnologia são as únicas que interessam ao partido e, qualquer outra opção, não passa de mera especulação.

Quais são as principais bandeiras do seu mandato?Trabalhamos, primeiramente, para enfrentar a questão do bullying.

Apresentei um projeto nesse sentido, fizemos audiências públicas para tratar do tema.

Agora, a ideia é ir às regionais de ensino para dar palestras e mostrar o que o bullying pode causar.

Outro foco é o consumo de bebidas alcoólicas.

Apresentei o projeto Se beber, não dirija, que visa a conscienciatização dos motoristas, haja visto o grande número de mortes causadas principalmente por jovens.

Como reduzir os problemas gerados pela bebida?Temos um projeto pronto para votação que proíbe a venda de bebidas alcóolicas no raio de 500 metros dos estádios, seis horas antes e duas depois dos eventos esportivos.

Essa proposição tem como objetivo principal a Copa do Mundo de 2014.

Também elaboramos outra proposta para proibir a venda em postos de combustíveis.

Esses são os locais, hoje, que contabilizam o maior número de comercializaçóes desse produto.

Acabamos de aprovar, ainda, um projeto que obriga todos os estabelecimentos que vendem bebidas a colocarem nos cardápios a frase: “Se beber, não dirija”.

A lei vai começar a vigorar daqui a 180 dias.

Você já sofreu ou praticou bullying? Sofri na pele, me chamavam de narigudo quando era moleque (risos).

A ideia surgiu da conversa sobre esse assunto com um primo especialista em educação.

Quando comecei a tratar disso, antes mesmo de o tema ficar em voga na mídia, eu não sabia da dimensão do bullying.

Eu sempre fui baixinho e sofri com a provocação na escola.

Acabou partindo, então, da experiência própria.

Trouxemos diversos especialistas conceituados, professores e membros do Ministério Público, para discutir esse movimento.

Só não fomos mais adiante com a questão, ainda, por conta das conversas para assumirmos uma secretaria no Executivo.

Qual é a sua avaliação sobre a atual legislatura?A gente tem conseguido adotar medidas para a aplicação de ritos que não eram cumpridos.

Por exemplo, todos os projetos têm de passar nas comissões da Casa, seja de iniciativa do Executivo ou do Legislativo, e poucos não têm passado.

A Câmara também aprovou projetos importantes, como o PDTU (Plano Diretor de Transporte Urbano), que inicia uma importante mudança no sistema de transporte do DF.

Mas outra coisa importante tem de ser do ponto de vista individual.

Cada parlamentar tem de zelar pela imagem da Câmara.

Como está a relação com o Executivo?Minha relação pessoal é muito boa, mas alguns aspectos políticos poderiam ser tratados de outra forma.

Por exemplo, as decisões do governo deveriam contar com a participação dos deputados.

É preciso envolver mais a Câmara nas ações.

Como está a negociação para você assumir um cargo no GDF?Quem abriu essa conversa de secretaria, é bom que se diga, foi o governo, não o PTB.

O chefe do Executivo é quem nomeia ou demite.

E e o presidente do meu partido, senador Gim Argello, fomos conversar com o secretário de Governo, Paulo Tadeu, e o governador Agnelo Queiroz.

Fomos o quarto partido da coligação Novo Caminho nas eleições passadas com o maior número de votos, e legendas da outra chapa, como a do candidato a vice (PR), têm cargos no primeiro escalão, enquanto o PTB está de fora.

Levamos esse pleito há cerca de três meses e eles estão analisando.

Estamos esperando, mas não recebemos nenhuma sinalização ainda.

Além da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, alguma outra pasta interessa ao PTB?Foi falado na pasta de Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.

Essa história de eu ir para o Detran foi uma grande invenção que surgiu.

Não existe nada e não há a menor possibilidade de isso acontecer.

Já a Secretaria de Trabalho está com o PDT e atende a um deputado da Casa (Israel Batista).

O Glauco (Rojas) está indo bem no comando da pasta e o governo não pode arrumar um problema para resolver outro.

Existem outras áreas que não estão bem e poderiam ser mexidas sem gerar problemas.

Acho que precisamos de uma política séria de desenvolvimento econômico, focada em trazer novas empresas para o DF.

Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações do Correio Braziliense