Emenda de Cristiano Araújo prioriza educação e alfabetização de adultos

PTB Notícias 20/05/2015, 19:16


Segundo matéria do Correio Braziliense, publicada no domingo (17/5/2015), nos documentos oficiais, a limitação educacional está erradicada em Brasília.

Na prática, muitos não sabem ler e escrever ou não concluíram o ensino básico.

Na cidade com o maior grau de escolaridade, quase 900 mil pessoas não sabem ler ou não chegaram ao 5º ano do ensino fundamental.

Quem não aprendeu a escrever o próprio nome e é reconhecido nos documentos pela digital se tornou invisível em Brasília, território livre do analfabetismo, segundo o Ministério da Educação, com base em referências mundiais.

Eles enfrentam dificuldades para encarar as atividades diárias mais básicas, como pegar um ônibus, ir ao supermercado ou fazer uma lista de compras.

Diante dessa grande dificuldade, após analisar o Plano Distrital de Educação (PDE-DF), que se encontra na Câmara Legislativa do Distrito Federal para aprovação, o deputado Cristiano Araújo (PTB) tomou a iniciativa e apresentou 33 emendas, para aperfeiçoar as metas e estratégias do plano de desenvolvimento de educação da cidade.

A primeira das 33 emendas acrescenta ao texto do plano que a erradicação do analfabetismo deve se dar não somente de maneira absoluta, como também deve ser eliminado o analfabetismo “funcional”, priorizando a educação e alfabetização de adultos.

No total, 68.

166 moradores do DF com 15 anos ou mais são analfabetos, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou 3,5% da população da época em que a análise ocorreu.

No entanto, 28,8% não concluíram o ensino fundamental, o que representa 803 mil pessoas com conhecimentos superficiais da língua portuguesa ou de matemática.

Às vezes, o conhecimento se limita à escrita do próprio nome.

Universalizar a educação é também mudar uma realidade social que desfavoreceu indivíduos ao longo do tempo.

Hoje, o critério usado para as pesquisas é da autodeclaração e, quando se fala em analfabetismo, os dados consideram pessoas com mais de 15 anos que não sabem ler ou escrever.

Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações da assessoria do deputado Cristiano Araújo (PTB-DF) Foto: Divulgação