Ernandes Amorim participa de reunião que discute estrutura aeroportuária

PTB Notícias 27/03/2009, 15:52


Os incentivos e utilização de toda infra-estrutura aeroportuária no Estado, bem como reforma e até construção de novos aeroportos, são alguns pontos da extensa pauta que reunirá, na segunda-feira, a partir das 10 horas, no Palácio Getúlio Vargas, toda a bancada federal de Rondônia – três senadores e oito deputados – com o governador Ivo Cassol (sem partido), para discutir o Plano de Estímulo à Aviação Regional na Amazônia Legal.

A informação é do deputado federal Ernandes Amorim (PTB), após confirmar presença ao coordenador da bancada e do evento, deputado Eduardo Valverde (PT).

O estímulo à Aviação Regional na Amazônia Legal é um projeto idealizado pelo ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos), como resposta a defasagem no setor na última década na região.

Foram fechados, nesse período, segundo Amorim, 13 aeroportos na Amazônia e uma centena de linhas aéreas foram canceladas.

“Isso ocorreu por duas razões.

A primeira de cunho regulatório já que não era previsto salvaguarda as pequenas empresas em detrimentos das ações predatórias das grandes e, o segundo econômico, pois o custo operacional do vôo, em torno de 40% é do preço do querosene combustível usado para percorrer grandes distâncias, aliada ao baixo poder aquisitivo dos moradores da região”, reproduz Amorim, síntese de análise que justifica o projeto governamental.

Nesse encontro, parlamentares e governo vão discutir a vocação dos aeroportos em Rondônia, catalogarem quantos em condições operacionais, incentivos fiscais, e uma série de propostas como reativação de fundo e redução da alíquota para o querosene usado na aviação.

Amorim voltou a cobrar na última sexta-feira, através da Câmara, investigações quanto à denúncia feita pela Associação dos Seringueiros e Agroextrativistas do Baixo Rio Ouro Preto, de que servidoras do Instituto Chico Mendes, responsáveis pela fiscalização da área, estariam extrapolando as funções, proibindo pesca para subsistência, e perseguindo os seringueiros.

“O Instituto negou, via Imprensa, as acusações.

Mas é necessário tirar essa história a limpo com investigação da PF, pois o documento que nos foi entregue é contundente e está assinado e acompanhado de um abaixo-assinado dos seringueiros que vivem e trabalham na reserva”, afirma o parlamentar.

fonte: Diário da Amazônia