Ezequiel Neiva pede ao Governo que evite o corte do auxílio de servidores

PTB Notícias 13/04/2020, 9:45


Imagem Crédito: Divulgação/ALE-RO

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1586781779845{margin-bottom: 0px !important;}”]O deputado Ezequiel Neiva (PTB-RO) fez indicação ao Governo de Rondônia, para que seja vedado o corte de qualquer forma de auxílio e benefício concedidos aos servidores e funcionários públicos, da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional, durante o período de vigência do decreto 24.871, de 16 de março de 2020, que decreta situação de calamidade no âmbito da saúde pública no Estado e dispõe sobre medidas temporárias de prevenção ao combate e enfrentamento da propagação decorrente do novo coronavírus.

Ezequiel Neiva disse que tem sido procurado por representantes de classes sindicais e por inúmeros servidores públicos, que temem a suspensão de algum tipo de benefício que recebe, ocasionando corte no salário. O parlamentar afirmou que há rumores da suspensão de benefícios, mas o deputado entende que o Governo não deve fazer cortes de auxílios neste momento, o que prejudicaria ainda mais a economia em todo o Estado.

Em meio à pandemia do coronavírus, o isolamento social foi indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das principais recomendações na tentativa de frear a propagação da Covid-19. Seguindo as recomendações, o Governo de Rondônia publicou decreto liberando os servidores públicos para trabalhar em casa (home office), aos que têm condições de exercer suas funções de forma remota.

O Governo também publicou decreto permitindo o funcionamento apenas de atividades comerciais consideradas essenciais, desta forma proibindo momentaneamente o funcionamento de inúmeras atividades comerciais, medida que tem reflexo direto na economia. “Cortes de benefícios prejudicariam ainda mais a economia, deixando a situação ainda mais complicada”, destacou o parlamentar.

Para Ezequiel, o corte de benefícios é moralmente inaceitável e deve ser proibido, enquanto perdurar o decreto de calamidade. O deputado argumentou que a paralisação e quarentena causam crise econômica que afeta a todos. “Os salários dos servidores públicos movimentam todo o comércio, de qualquer natureza. Cortes representariam uma crise ainda maior na economia”, reiterou o parlamentar.

Com informações do Rondônia ao Vivo[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]