Jefferson destaca evolução de Dilma na lista das mulheres mais poderosas

PTB Notícias 22/05/2013, 16:28


Leia abaixo os comentários de Roberto Jefferson, publicados nesta quarta-feira (22/5/2013) em seu blog (www.

blogdojefferson.

com).

Subindo.

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Segundo a “Forbes”, Dilma é a segunda mulher mais poderosa do mundo.

Em 2011, a presidente ainda engatinhava no poder, mesmo assim figurou no quarto lugar do ranking.

Em 2012, ela subiu mais um degrau e alcançou a terceira posição, atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel e da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton.

Hoje saiu a lista de 2013, e a presidente só perde para Merkel.

Se continuar nessa toada, Dilma acaba se tornando a mais poderosa do mundo justo em 2014, o ano da reeleição.

Quem vai brigar contra tamanho poder?Incluam-me fora dessa.

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Ecoando a Corte Interamericana de Direitos Humanos, a Comissão Nacional da Verdade entende que as violações cometidas durante o regime militar, que envolvem tortura, mortes, devem ser punidas.

Diante disso, o governo já garantiu que não moverá palha na questão da revisão da Lei da Anistia.

A intervenção do ministro Celso Amorim (Defesa), que representa as Três Forças, na “Folha”, hoje, é uma espécie de vacina para evitar que Dilma seja enredada nessa teia.

Imprensa, movimentos sociais e familiares dos mortos e desaparecidos, além do STF, serão o fiel dessa balança.

Armado para a guerra Em audiência pública ontem no Congresso, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reafirmou a disposição de controlar a inflação, garantindo que os índices apresentarão queda no segundo semestre.

Tombini foi enfático em rebater as críticas sobre o eventual descontrole de preços: “Não é porque a inflação ficou muito alta em um mês que nós perdemos o controle sobre a inflação”.

A retórica foi confirmada pela divulgação, hoje, do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15.

De acordo com o IBGE, o índice mostrou variação de 0,46% em maio, valor abaixo do IPCA de abril, de 0,51%.

Considerando os últimos 12 meses, o índice registrou 6,46%, recuando dos 6,51% verificados em abril.

Com acertos assim, Tombini ainda acaba virando ministro da Fazenda.

Dragão maldoso Se o item alimentação foi a surpresa positiva do cálculo do IPCA-15, a negativa foi o aumento no preço dos remédios.

Segundo o IBGE, o preço dos medicamentos lidera com folga o impacto na inflação de maio, atingindo 1,30%, contra 0,63% de abril.

Para se ter uma ideia do peso dos remédios na composição do índice em maio, o segundo grupo que mais verificou aumento de preços – o de vestuário – registrou elevação de 0,76%, seguido por habitação (0,72%), e só depois alimentação, com 0,47%.

Ou seja, o dragão é mesmo maldoso, pois justo quando se aproxima o inverno, época em que os problemas respiratórios se agravam com o frio, ele resolve atacar os preços dos medicamentos.

Pau nesse dragão, seu Tombini!Não vai dar certo O Ministério do Desenvolvimento Social planeja criar um canal de comunicação direta com os beneficiários do Bolsa Família que possuem telefone celular para evitar que boatos como o do fim de semana se repitam (“Folha”).

Creio, porém, que a estratégia não vai funcionar.

São comuns relatos de usuários que recebem mensagens (forjadas para aparentar credibilidade) dizendo que foram sorteados com carros por operadoras de celular, milhões do programa do Faustão e coisas do gênero.

Tudo cascata.

Em vez de ajudar, a ideia do MDS pode é aumentar a confusão.

Pêsames Lamento a morte do jornalista Ruy Mesquita, diretor de “O Estado de S.

Paulo” e um dos criadores do inovador “Jornal da Tarde”.

E registro sua reflexão sobre o dia a dia dos profissionais que têm sob sua responsabilidade a difícil tarefa de enxugar gelo.

“O jornal é a obra mais perecível que o homem faz: começa e se completa a cada 24 horas.

Então, você tem de estar todo dia orientando, discutindo o que você acha que deve ser mais realçado numa determinada edição, no dia seguinte fazendo a crítica da edição que saiu, para poder cumprir seu papel da melhor maneira possível”.

Doutor Ruy fará falta neste momento em que a regulação da mídia está na ordem do dia.

Minha solidariedade à família, amigos e profissionais do “Estadão”.