João Vicente descarta união com PSDB e diz que ‘time está completo’

PTB Notícias 10/05/2010, 7:22


O senador João Vicente Claudino (PTB), pré-candidato ao Governo do Piauí, foi taxativo ao afirmar que as negociações partidárias para a composição de sua chapa não passam pelos tucanos.

O petebista descartou qualquer acordo com o também candidato pela oposição, Silvio Mendes (PSDB), e assegurou que “o time já está completo”.

“Essa possibilidade não existe (alinhamento com os tucanos).

Nós temos que colocar a nossa candidatura e vamos levar nossa mensagem e trabalhar em torno disso”, afirmou, sábado (08/05), durante uma visita ao Mercado Central de Teresina, acompanhado pelo prefeito Elmano Férrer.

João Vicente Claudino enfatizou ainda que manterá seu nome na disputa independentemente dos rumos dos demais partidos.

Para o petebista, a posição do PMDB “reflete uma posição partidária e que em nada muda”.

Mesmo sem mudanças, conforme pontuou o senador, a dúvida, no entanto, é sobre quem e quais os partidos que vão entrar em campo com o pré-candidato do PTB, que não abre mão de encabeçar uma chapa ao Palácio de Karnak nas eleições de 3 de outubro.

Aos poucos, os partidos políticos começam a desenhar seus acordos.

Como candidato à reeleição, o governador Wilson Martins (PSB) já possui sete partidos no palanque socialista: PT, PCdoB, PDT, PR, PMDB, PRB e PNM.

No palanque oposicionista, o ex-prefeito de Teresina, Silvio Mendes (PSDB), conta com o apoio do DEM e PSC.

João Vicente Claudino prefere o mistério sobre quem estará ao seu lado na disputa.

“Não se afoba, nós estamos tranquilos e sabemos o que estamos fazendo e onde queremos ir, mas isso tudo com muito pé no chão.

O time está completo.

O time para entrar em campo tem que ter todos os jogadores daqueles que se propõe a trabalhar pelo Piauí”, desconversou.

Segundo o senador, até 30 de junho, data limite para as convenções partidárias, muitas conversações e acordos podem acontecer.

Por isso, o senador não tem pressa para entrar em campo com o seu time.

“Não temos pressa e nós temos visto que nas eleições passadas que as coisas se resolvem nos últimos dias.

Ainda temos tempo”, frisou.

* Agência Trabalhista de Notícias com informações do Jornal O Dia