José Geraldo cobra apresentação do plano de ações na saúde do Tocantins

PTB Notícias 7/04/2007, 11:01


Usando como referência o Dia Mundial da Saúde, que é comemorado no dia 07 de abril, o deputado estadual e presidente do PTB de Tocantins, José Geraldo, apresentou requerimento que solicita a apresentação do plano de ações que orienta o processo de gestão da saúde no Tocantins pelo governo do Estado.

Para o deputado petebista, o Estado ainda precisa avançar muito nas políticas públicas de saúde, além de tratar com atenção e prioridade as demandas presentes e futuras.

“Eu gostaria de ver o plano que o Governo de Tocantins tem para sanar as diversas necessidades de nossa gente, não só na saúde corretiva e emergencial, mas principalmente nas outras áreas correlatas, como o saneamento e a educação para a saúde física e mental” enfatizou.

Dentre as várias questões que contornam a problemática da saúde no Estado, o deputado defendeu a humanização dos serviços de saúde, a acessibilidade das comunidades, o planejamento dos atendimentos e a modernização das estruturas hospitalares públicas.

De acordo com José Geraldo, os postos de saúde e hospitais precisam ser sinônimos de atendimento pontual e detentores de estruturas físicas e corpo técnico considerados modelo em todo o Brasil.

“Como ficaríamos orgulhosos em dizer à imprensa, no Dia Mundial da Saúde, que a água tratada e o esgoto estão disponíveis em 100% das cidades, que o lixão é uma página virada, que nossos rios e nascentes não sofrem mais com o esgoto doméstico ou industrial e toda família recebe periodicamente a visita de um médico”, argumenta José Geraldo.

O petebista ainda pediu que fosse registrado um alerta sobre a atual situação em que se encontra a saúde pública do Estado, reforçando a necessidade de construir um firme sistema de saúde no Tocantins.

“Se não dermos a atenção e o respeito que o assunto merece seremos, no mínimo, omissos e coniventes.

Se realmente quisermos tratar da saúde, da garantia da vida e da qualidade de viver, não podemos aceitar o atual estado das coisas.

É preciso uma reação séria e definitiva”, frisou.

Agência Trabalhista de Notícias