Josué Bengtson enaltece Semana Brasil Livre da Febre Aftosa

PTB Notícias 6/04/2018, 11:10


Imagem Crédito: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados

A Semana Brasil Livre da Febre Aftosa, que acontece do dia 2 ao dia 6 de abril, celebra a erradicação dessa doença no País. Reconhecimento oficial será anunciado em maio, na 86º Assembleia da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês).

O deputado Josué Bengtson (PTB-PA) disse que esse reconhecimento é mais um ganho para o Brasil, que aos poucos aumenta o seu rebanho de gado e já está entre os maiores exportadores de proteína animal do mundo.

“Em breve o Brasil estará na vanguarda, não só da proteína, como da soja, do milho e muitos outros produtos. Nosso país, que já é uma potência, será uma superpotência na produção”, afirmou.

O evento está sendo organizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e conta com a participação do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa). O Brasil foi reconhecido como livre da doença após a vacinação de três estados na região Norte.

O programa de erradicação da doença começou em 1992, progredindo por meio da implantação progressiva de zonas livres, com base numa regionalização dos circuitos pecuários. A estratégia começou a dar frutos em 1998, quando o Rio Grande do Sul se tornou o primeiro estado a ser reconhecido como livre da febre aftosa, por meio da vacinação.

“Temos que reconhecer o trabalho dos governos, que nesses últimos anos têm administrado o Brasil e permitido que haja o período de vacinação. Já há muitos anos o Brasil vinha vencendo a aftosa, mas agora a doença está erradicada, inclusive sem a necessidade de vacinação na maioria dos estados brasileiros”, reconheceu o parlamentar.

A doença

Segundo o Ministério da Agricultura, a febre aftosa é uma doença viral, que causa febre seguida do aparecimento de vesículas (aftas) em animais de casco fendido, como bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos.

O Panaftosa lembra que a febre aftosa tem um impacto social e econômico nas comunidades afetadas pela doença. Isso porque a infecção pode desestabilizar os sistemas alimentares e o fornecimento de comida para a população, além de prejudicar os mercados de produtos pecuários nos países exportadores.

“É uma doença grave, gera emagrecimento no gado e problema no leite. Além dos obstáculos internacionais para se exportar os produtos dos países em que existe a doença”, lembrou Bengtson.

Com informações da assessoria da Liderança do PTB na Câmara dos Deputados