JVC afirma que será candidato ao governo do Piauí até pela oposição

PTB Notícias 23/09/2009, 11:27


O senador João Vicente Claudino (PTB), pré-candidato ao Governo do Piauí em 2010, voltou a afirmar que não abrirá mão de sua candidatura, mesmo que isso represente uma possibilidade de encabeçar uma chapa oposicionista rumo ao Palácio de Karnak.

“O meu nome está colocado, e independente de qualquer cenário, continuarei mantendo minhas propostas.

Faço parte de uma base aliada e nossa prioridade será a manutenção desse grupo.

Mas, primeiro para ser candidato, é preciso de uma compreensão do povo e o candidato faz parte do seio do povo.

Daí, essa liderança pode representar um agrupamento político”, afirmou nesta terça-feira (22/9) ontem, durante a visita às obras da Ponte do Sesquicentenário.

As afirmações do senador petebista não são à toa.

JVC é o que tem a situação mais favorável para viabilizar uma candidatura no próximo ano entre os cinco pré-candidatos da base governista.

João Vicente tem o mandato de senador, e, portanto, não precisa afastar-se para se candidatar; pode ser ainda candidato da base aliada ou se no “time vitorioso” do governador Wellington Dias (PT) não for possível, poderá ser aliado da oposição.

“Vamos trabalhar para o entendimento da base, o próprio governador tem buscado esse entendimento entre todos, buscando a união de todas as forças que integram a base.

Fazemos parte de uma base que dá sustentação e apoio ao Governo do Estado e ao governo Lula”, ratificou o petebista.

Mesmo com o discurso da manutenção do grupo aliado ao governo petista, João Vicente Claudino ponderou e pontuou que o cenário político de 2010 no Piauí em relação à sucessão estadual dependerá também das coligações nacionais.

Na prática, as possíveis alianças dependerão da conveniência do senador e do PTB, já que pelas discussões em nível nacional indicam que os petebistas estarão liberados para fazer as alianças.

“Nada pode acontecer de forma individual.

As candidaturas são casadas.

Nós nunca podemos discutir uma campanha de governador dissociada do cenário nacional.

As coligações acontecem de forma nacional e estadual, e nunca podemos dissociar esses dois quadros”, completou o senador petebista.

fonte: Jornal O Dia (PI)