Marcelo Arar quer criar programa para conter violência escolar no Rio de Janeiro

PTB Notícias 30/05/2018, 8:09


Imagem Crédito: Divulgação/CMRJ

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=”.vc_custom_1527630068190{margin-bottom: 0px !important;}”]Para promover a cultura da paz e extinguir a violência nas escolas do Rio de Janeiro, o vereador Marcelo Arar (PTB-RJ) apresentou projeto de lei que institui o Programa Paz na Escola. A ideia é estabelecer uma ação conjunta com pais, professores, psicólogos, pedagogos e a comunidade em geral, que funcionaria como embrião para a solução definitiva do problema.

“Tem sido constante a ocorrência de casos de violência nas escolas. Tanto a violência entre alunos, como a agressão de alunos contra professores e membros da direção dos colégios. Trata-se de atitude inaceitável, que precisa ter um fim. Não se pode deixar passar essas situações como se fossem uma situação excepcional. Está ficando corriqueiro e não podemos permitir isso”, argumenta o petebista.

Conforme o projeto, o programa será implantado por meio de equipe de trabalho, criada em cada unidade escolar, constituída por professores, funcionários, alunos, especialistas em educação, pais e representantes ligados à comunidade. A medida prevê que, dependendo das peculiaridades de cada escola, poderão ser chamados membros dos diversos segmentos sociais e de entidades organizadas para integrar as equipes.

Dentre as principais atribuições dessas equipes de trabalho destacam-se: desenvolver ações e campanhas educativas de conscientização e valorização da vida, dirigidas às crianças, aos adolescentes e à comunidade envolvida; promover ações culturais, sociais e desportivas que fortaleçam os vínculos entre a comunidade e a escola; implantar ações voltadas ao controle da violência na escola, com vistas a garantir o reconhecimento dos direitos humanos, o exercício pleno da cidadania e a promoção da harmonia e da paz na comunidade escolar; e atuar na prevenção e no controle da violência, analisando suas causas e apontando soluções.

A proposta determina que caberá ao Poder Executivo traçar as diretrizes, realizar estudos e dar suporte ao desenvolvimento do programa, podendo realizar intercâmbio com órgãos ligados à cidadania e à assistência social.

Com informações da Câmara Municipal do Rio de Janeiro[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]