Marlene analisa pesquisa Ibope sobre participação da mulher na política

PTB Notícias 14/01/2014, 10:55


A presidente do PTB Mulher do Estado de São Paulo e vice-presidente nacional do movimento feminino do partido, Marlene Campos Machado, comentou recente pesquisa do Ibope, revelando que 41% dos entrevistados acreditam que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres fossem maioria no mundo político.

Essa proporção é quatro vezes maior do que os que acham o contrário – ou seja, que seria pior caso houvesse maior participação do sexo feminino (9%).

A média brasileira é maior que a de todos os 65 países participantes da pesquisa do WIN (34%).

Para Marlene, “o PTB Mulher já se firmou como o maior e mais ativo movimento de mulheres dentro de um partido político.

Com o apoio de homens e mulheres e, em especial, do nosso presidente Campos Machado, que nos incumbiu, há alguns anos – e com total liberdade, para reorganizar o movimento feminino do Partido, avançamos muito no que tange à participação da mulher como protagonista da ação política.

” A líder das Mulheres Trabalhistas em São Paulo analisa que a sensibilidade e a competência para administrar várias responsabilidades simultaneamente – características inerentes às mulheres, ensejou o resultado da pesquisa, mas considera: “este sentimento não se traduziu, ainda, numa maior presença feminina no Executivo e no Legislativo, e vamos, cada vez mais, potencializar nossas chapas de candidatos com as mulheres.

” MAIS DADOS Apesar da eleição da presidente Dilma Rousseff em 2010, a primeira mulher a governar o País desde a Proclamação da República, o gênero feminino ainda é sub-representado na maioria dos cargos elegíveis brasileiros.

Na Câmara dos Deputados, por exemplo, em 2010 foram eleitas apenas 45 mulheres para as 513 cadeiras disputadas – ou seja, 8,7% do total.

Essa é uma das taxas mais baixas do mundo – o Brasil está em 119º entre os 146 países analisados pela União Interparlamentar (IPU).

Nas prefeituras, a proporção é um pouco maior: 12% são comandadas por mulheres, um recorde histórico, mas longe de representar a composição feminina na população adulta brasileira, de 53%.

A esperança de um mundo melhor em que as mulheres dominassem a política varia de acordo com o perfil do brasileiro.

Apenas 33% dos homens concordam com essa frase, contra 48% entre as mulheres.

Pessoas de maior renda e escolaridade também tendem a ser mais céticas e a achar que tudo seria igual nesse cenário (54% entre os que têm curso superior ou os que ganham mais de 10 salários mínimos por mês).

fonte: site do PTB de São Paulo