Marlene Machado e Heroilma falam para mais de 400 mulheres em Itaquá

PTB Notícias 21/06/2011, 18:00


A deputada estadual e presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) de Itaquaquecetuba, Heroilma Soares Tavares, promoveu no último sábado, 18/06/2011, no espaço Morena Rosa, um encontro regional de mulheres.

A intenção foi explicar ao público feminino a importância da política, mas também apontar que elas podem contribuir para fazer uma sociedade mais justa.

A presidente estadual e vice-presidente nacional do PTB, Marlene Campos Machado, prestigiou o grande evento, que contou com mais de 400 mulheres, entre elas, outras líderes do PTB Mulher, como a vereadora Analia Schiavonati, de Ferraz de Vasconcelos, e a dra.

Flávia Sanches, de Arujá.

Para Marlene, “foi um grande evento, que contribuiu muito para a valorização e motivação das Mulheres Trabalhistas, exemplarmente conduzido pela nossa valorosa deputada Heroilma, que é uma mulher guerreira, e muito querida em toda a região.

“A deputada Heroilma, em seu pronunciamento, afirmou: “Estamos fazendo isso para que as mulheres possam fazer parte do poder público, ainda mais no Legislativo, e que para isso é preciso se filiar a algum partido.

No caso desse encontro queremos que elas se filiem ao PTB”.

Heroilma, que também é presidente do PTB Mulher de Itaquá, avalia que as poucas vagas ocupadas por elas são por falta de incentivo.

“Vejo isso como uma falta de apoio, incentivo mesmo por parte da própria família, incentivo mesmo, embora a mulher não se ache tão capaz como os homens para fazer política”.

LEGISLATIVODedicada a mostrar a importância da política, Heroilma esclarece que não são somente os cargos majoritários que merecem o centro das atenções, as cadeiras de vereador e deputado podem ser mais valorizadas, pois aproximam poder público e população.

“Claro que a eleição da Dilma para presidente pode ser um incentivo, porém não deve se cobiçar logo de primeira.

Um cargo de vereadora e deputada é mais importante para a própria sociedade, é importante dizer que elas precisam participar de alguma forma, somos a maioria no Brasil.

Até se participarmos como sociedade civil mais atuante serve.

O não deve ser feito é reclamar sem fazer nada para mudar”, finalizou.

Agência Trabalhista de Notícias, (IS) com informações do Diário de Suzano