Nelson Bugalho conduz reunião com objetivo de combater a dengue

Agência Trabalhista de Notícias 30/08/2019, 9:03


Imagem Crédito: Marcos Sanches/Prefeitura de Presidente Prudente

Já são 5.629 casos confirmados de dengue apenas em 2019, número que deve aumentar até o fim de ano, devido à quantidade alarmante de notificações recebidas. O cenário é extremamente preocupante e levou o governo de Presidente Prudente (SP) e a Unimed a encabeçarem uma mobilização inédita na cidade, alcançando diferentes segmentos, com o objetivo de evitar uma epidemia de proporções ainda maiores do que a vivenciada este ano.

Para dar o pontapé inicial na campanha, o prefeito Nelson Bugalho (PTB) e o diretor-presidente da Unimed, Paulo Mazzaro, conduziram uma reunião na quarta-feira (28), no gabinete do Paço Municipal, com o objetivo de colher sugestões de representantes do poder público e da sociedade para agregar à mobilização. Participaram do encontro gestores de veículos de comunicação e da Oeste Saúde, secretários municipais e servidores de várias pastas da prefeitura, como a de Saúde, Meio Ambiente, Assistência Social, Obras, Planejamento e também da Companhia Prudentina de Desenvolvimento (Prudenco).

Até o momento, foram registradas 10.994 notificações de casos suspeitos da doença (aqui incluídos os confirmados, os descartados e os inconclusivos), além de duas mortes. De acordo com o titular da Secretaria de Saúde, Valmir Pinto, a situação tende a piorar caso não haja uma mobilização profunda, haja vista que a doença em circulação na cidade é do tipo 2, ou seja, mesmo quem contraiu o vírus no passado não está imune.

Nelson Bugalho enfatizou a importância da união de forças e o apoio da comunidade, já que se trata de uma batalha que o poder público, sozinho, não é capaz de vencer. “A Secretaria Municipal de Saúde já tem um plano estruturado neste sentido, mas toda ação de combate à dengue depende do engajamento da população para que surta o efeito desejado”, complementou o prefeito.

Mazzaro destacou que a dengue é uma doença que muitas vezes não é tratada com a devida seriedade, mas é importante ter em mente que ela pode levar à morte, além de causar uma série de outros transtornos. “Surtos de dengue como a que vivemos este ano causam a superlotação dos hospitais, dificultando o atendimento de pacientes graves por falta de leitos e ainda gera custos astronômicos para os sistemas de saúde. Sem contar o aumento do absenteísmo nas empresas, falta às aulas nas escolas e outros problemas”, disse.

Com informações da Prefeitura de Presidente Prudente