Paes Landim elogia atuação de Geddel à frente do projeto da transposição

PTB Notícias 11/07/2007, 11:06


O deputado federal Paes Landim, do PTB do Piauí, anunciou no Plenário da Câmara a visita ao Piauí do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que firmou convênios com o governo estadual para o combate à seca e para outras providências previstas no PAC.

Paes Landim pediu também que o ministro visite o mais breve possível o Açude Petrônio Portela, onde está a Adutora do Garrincha, na região de São Raimundo Nonato, para conhecer de perto os problemas do semi-árido no Piauí.

“No final da semana estive com o ministro Geddel e com a bancada dos que defendem não só a revitalização do Rio São Francisco, mas o transplante das suas águas para outras bacias, tendo à frente o deputado Marcondes Gadelha.

Fiquei impressionado como Geddel Vieira Lima captou, em pouco tempo no Ministério, a essência do problema, e como ficou entusiasmado com o que viu.

Ao contrário de demais ministros, Geddel resolveu visitar toda a bacia do São Francisco para ter a idéia exata da dimensão do problema”, afirmou o deputado Paes Landim.

Para o deputado do PTB piauiense, apesar do tema da transposição das águas do rio São Francisco ser tratado desde o governo Itamar Franco, nenhum ministro conhece mais o rio São Francisco do que Geddel Vieira Lima.

Segundo Paes Landim, o pai de Geddel, Afrisio Vieira Lima, foi um deputado com forte atuação na área de irrigação e desenvolvimento regional, tendo nascido e atuado na região de Remanso, na Bahia, na ribanceira do rio São Francisco.

“Insisto, desde o início da programação da transposição das águas do São Francisco, que o Piauí serviria de efeito padrão dessa política de transposição, porque a fronteira do Piauí com Remanso e com o rio São Francisco possui apenas 50 quilômetros de distância, por via rodoviária.

Se tivessem ouvido o meu conselho, tenho certeza de que o efeito para o projeto de transposição seria espetacular, porque bastaria construir este canal, que com certeza seria menos dispendioso do que, por exemplo, o Canal do Trabalhador, feito pelo ex-governador Ciro Gomes no Ceará.

“, disse Paes Landim.

Agência Trabalhista de Notícias