Petebista Arnaldo Faria de Sá analisa benefícios do Projeto PEC 300

PTB Notícias 6/07/2011, 11:33


O deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) participou na última terça-feira (05/07/2011) do programa Palavra Aberta, da TV Câmara.

O assunto em destaque foi o projeto PEC 300, de autoria do parlamentar, que estabelece o aumento do piso salarial para policiais civis e bombeiros.

O grande impasse, segundo o petebista, são os governadores que alegam ser inconstitucional o Projeto.

Arnaldo afirma que as manifestações ocorridas no Rio de Janeiro recentemente possuem fundamento, pois a PEC 300 seria votada em 2010.

“Na verdade havia um acordo no ano passado para ser votado a PEC 300 após as eleições.

Era um acordo do então presidente da câmara Michel Temer (PMDB-MG).

O acordo não foi comprido e os policiais reclamam com toda a razão”, ressaltou.

O deputado analisa a razão de estados considerados ricos serem contra o projeto, entre eles o Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Para o parlamentar, “isso não tem lógica”.

“Eles deveriam pagar e não ficar com sofismas alegando que a PEC é inconstitucional”, disse Faria de Sá.

“O Supremo já decidiu que é constitucional o piso salarial, portanto acabou a conversa deles.

Os governadores parem de ficar enrolando, deixem a gente votar, o que é hoje a salvação da segurança pública em nosso país.

“Arnaldo Faria de Sá, autor da PEC 300, propõe um fundo constitucional para os governos estaduais a fim de auxiliar os demais estados com relação ao piso salarial.

O deputado analisou que não haveria tamanha dificuldade, pois Recife já consegue destinar uma quantia próxima ao piso inicial de 3.

500 reais.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), criou uma nova comissão na qual o deputado Arnaldo presidirá.

A previsão de votação será para o início do próximo semestre.

“Vamos convidar os governadores para desmentir esses números e desmistificar essa situação de que é insustentável.

Ela é possível.

Nós precisamos votar.

Segurança pública é a nossa garantia”, afirmou Faria de Sá.

Agência Trabalhista de Notícias, por Paula Biasi