Petebista Cassiá Carpes se pronuncia indignado com a corrupção pública

PTB Notícias 5/11/2009, 8:26


Durante o período das comunicações da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, na sessão plenária da última terça-feira (03/11), o deputado Cassiá Carpes (PTB) repercutiu notícias divulgadas em três jornais do Estado.

Segundo ele, é lamentável que a corrupção esteja em todas as camadas da política.

O deputado mostrou matéria do Correio do Povo sobre a resistência do Congresso Nacional em aprovar o projeto “ficha limpa”.

As páginas 6, 7 e 8 do jornal O Sul, onde respectivamente falavam sobre as manobras do Governo Federal para gastar mais do que está no orçamento de 2010, a apuração da fraude de R$ 5,75 bilhões no mesmo governo e a recusa do Fundo Global em financiar projetos brasileiros contra a Aids, tuberculose e malária.

E mais duas matérias da Zero Hora, uma sobre os esquemas de fraude do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e outra que trazia a doação de R$ 40 mil reais da Caixa Federal para a festa de posse do ministro Toffoli.

Lembrou também que dos últimos escândalos nas cidades de Canoas, Sapucaia do Sul e Gravataí, além de fazer referência ao caso do Detran, Macalão (caso dos selos) e a Operação Solidária.

Citou todos estes casos para explicitar que a corrupção está em todas as camadas da política.

Ao falar do caso dos selos, o deputado lembrou que “foi uma descoberta que chocou a sociedade e naturalmente ocasionou um enorme transtorno a esta instituição (Assembleia Legislativa)”, disse ele.

O parlamentar ressaltou o importante papel da Polícia Federal e do Ministério Público na descoberta e apuração dos fatos.

“Acredito que a Polícia Federal está fazendo um belo trabalho, que tem que ampliar sua capacidade e o mesmo deve ocorrer com o Ministério Público”, disse Cassiá.

Ao falar da origem destes problemas, exemplificou o fato de que na maioria das vezes as pessoas se filiam aos partidos políticos para conseguirem cargos, e não por ideologia.

Segundo Cassiá Carpes “quem quiser entrar que entre por sua vontade e ideologia.

Nossos partidos têm que escolher pessoas competentes para seus cargos”, finalizou o deputado.

* Agência Trabalhista de Notícias com informações da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul