PL de Talles Barreto garante diagnóstico precoce da síndrome de Down

PTB Notícias 18/10/2014, 7:49


Projeto de lei de autoria do deputado Talles Barreto (PTB-GO), em tramitação, dispõe sobre a obrigatoriedade, por parte dos hospitais públicos, privados e demais estabelecimentos congêneres do Estado, de comunicar os casos de nascimento de bebês, com Síndrome de Down, às associações especializadas.

Conforme justifica o deputado, a proposta visa garantir um diagnóstico precoce da síndrome de Down, com um auxílio especializado à família e à criança, além de mapear a quantidade de crianças que nascem com a aludida anomalia, através das informações prestadas pelos hospitais, clínicas, postos de saúde e demais estabelecimentos similares.

Segundo pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a incidência da síndrome de Down encontra-se em torno de 1 (um) para cada 600 (seiscentos) bebês que nascem.

Assim, estima-se que ocorrem o nascimento de cerca de 8 (oito) mil crianças no ano com a aludida anomalia.

A síndrome de Down é uma anormalidade cromossômica, caracterizada por uma alteração genética originada no início da formação do bebê.

Assim, a pessoa com síndrome apresenta um atraso no desenvolvimento, tanto das funções motoras como das funções mentais do corpo.

Os sintomas da síndrome de Down variam de pessoa para pessoa.

No entanto, as crianças com tal anomalia têm uma aparência amplamente conhecida.

Dentre elas, vale destacar os principais sinais, como, cabeça menor do que o normal e com formato diferente, excesso de pelé na nuca, nariz achatado, orelhas e boca pequenas, uma única dobra na palma da mão, olhos inclinados para cima, mãos largas e pequenas com dedos curtos, dentre outras.

Assim, é importante que os pais estejam atentos a esses sinais, tendo em vista a benefícios do diagnostico precoce.

Desse modo, vale ressaltar a importância da presente propositura, diante das vantagens e benefícios do diagnóstico precoce da síndrome, além do auxilio especializado à família e à criança e da formação de dados estatísticos.

Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações da Assembleia Legislativa de Goiás Foto:Divulgação/Assessoria