Prefeito de São Caetano projeta mais 400 unidades habitacionais

PTB Notícias 24/02/2011, 9:04


O prefeito de São Caetano (SP), José Auricchio Junior (PTB), saiu otimista da reunião com representantes da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), na tarde de anteontem, 22/02.

Durante o encontro, Auricchio indicou três terrenos na cidade que, se aprovados pela equipe técnica em sua totalidade, poderão abrigar 400 unidades habitacionais.

“Ainda será feito um estudo mais apurado, mas a CDHU já sinalizou que as áreas possuem um potencial altíssimo de viabilidade”, disse o prefeito.

Dos três terrenos oferecidos pela administração, um está localizado no Centro – mais precisamente na Rua Conselheiro Antonio Prado -, e outros dois na região do bairro Nova Gerti: um na Avenida Guido Aliberti com a Rua Nelson e outro na Rua dos Castores.

Segundo o prefeito, essa última área, que é municipal, era conhecida pela companhia estadual.

Já o terreno do Centro pertence ao governo estadual e é cercado por áreas da Prefeitura, que podem ser agregadas ao projeto de moradias, caso necessário.

“O prédio já foi sede da Secretaria da Fazenda, mas atualmente está muito deteriorado”, ponderou o gestor.

“Essas foram áreas que nós detectamos.

O secretário (estadual da Habitação, Sílvio Torres) mostrou muito interesse em investir maciçamente na habitação social na região metropolitana de São Paulo – e São Caetano também será contemplada.

“O deficit habitacional de São Caetano é de aproximadamente 750 famílias, que residem em moradias coletivas, popularmente conhecidas como cortiços.

Os estudos técnicos deverão começar em breve, mas ainda não há prazos para conclusão dos estudos técnicos que definirão a viabilidade dos projetos.

A construção ficará a cargo da CDHU, por isso Auricchio não soube informar quais serão as famílias que ocuparão as 400 novas moradias.

“Esses são critérios da companhia, como documentação apresentada no ato da inscrição, por exemplo”, comentou Auricchio.

Quanto ao terreno que pertence ao Estado, o prefeito arriscou que o governo estadual deverá doá-lo para a construção dessas unidades habitacionais.

Agência Trabalhista de Notícias (LL) com informações do Diário do Grande ABC