Presidente do PTB contesta nota de Veja sobre irregularidades nas contas

PTB Notícias 6/12/2008, 14:36


O Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, em comentário no seu blog na internet no último sábado (06/12), contestou nota publicada na coluna Radar, do jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, sobre desvio nas contas do partido.

Roberto Jefferson afirma não ser verdade a nota de Veja, e esclarece que análise formulada pela área jurídica do partido demonstra não terem ocorrido as ilegalidades apresentadas pela revista.

“Curioso é que o mesmo Ministério Público que aprovou as contas no passado, volta atrás agora, renegando-as.

Mas o que não me surpreende são os veículos usados: quando não é Veja, é O Globo”, afirma Jefferson.

Os “pingos nos is” Veja diz que houve desvio de 7 milhões de reais nas contas do PTB.

Não é verdade.

Se problemas houve, foi com a fundação do partido, portanto, a conta não é minha.

Para a área jurídica, não houve ilegalidade, uma vez que a norma não é clara quanto a despesas com passagens, pesquisas, o que abre espaço para interpretação da lei (cabe à Justiça arbitrar).

Curioso é que o mesmo Ministério Público que aprovou as contas no passado, volta atrás agora, renegando-as.

Mas o que não me surpreende são os veículos usados: quando não é Veja, é O Globo.

Curioso, não? Quem conta um conto, aumenta um ponto; às vezes, váriosDetalhe: ao contrário do que diz a nota da Veja, não existiu este aviso de que nos voltaríamos a nos ver nos tribunais.

Quem propôs ao MP irmos à Justiça, fui eu.

Veja essaE a Veja plantou a notícia sem nos ouvir (procurou-nos, mas depois desistiu, sem revelar o que queria, apesar do retorno dado pela assessoria, talvez já intuindo que ficaria sem o abre da coluna).

O que não é de estranhar, partindo dela.

Ô revistinha!!!Em busca da promoção socialO vazamento da conversa entre mim e o Ministério Público à imprensa é emblemático.

Mostra a intenção que o MP teve quando, depois de fiscalizar – e aprovar – as contas da fundação por meio de participação em assembléias, tomou-se de ânimo revisionista e “desaprovou o aprovado”.

Como mudou o comando do MP, alterou-se também a interpretação da lei, apesar de ele ser “”uno e indivisível”.

Só que, para prejudicar o PTB, vale tudo.

Mas tem que ser com muito, muiiiiiiiiiiiito!!!!!, holofote.

Enquanto isso, a sociedade fica sem defensor público.

Essa briga é antigaSempre digo, e volto a repetir: o poder concursado acha que pode tudo.

E não foi por falta de alerta – desde o debate da Lei Orgânica do Ministério Público, no início da década de 90, eu já alertara para o perigo de dar vida a uma criatura com tanto poder.

E sem fiscalização.

Esta briga é antiga.