Retrospectiva: Armando Monteiro coordena missão empresarial à China

PTB Notícias 31/01/2008, 11:29


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) coordenará a missão empresarial brasileira que visitará à Índia, entre os dias 3 e 5 de junho.

Coordenada pelo presidente da CNI, Armando Monteiro Neto (PTB/PE), a comitiva é formada por 80 representantes de indústrias nacionais.

Os empresários acompanharão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua segunda viagem oficial àquele país.

A intenção do governo brasileiro é aumentar a corrente de comércio entre os dois países, principalmente as exportações brasileiras.

O objetivo do empresariado é conhecer o mercado, estudar os setores de interesse, criar relacionamento e, se possível, fechar contratos de negócios.

Como representante da indústria brasileira, a CNI buscará maior aproximação institucional com suas congêneres indianas, como a Confederação das Indústrias da Índia (Confederation of Indian Industry), a Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da Índia (Federation Of Indian Chambers of Commerce and Industry) e a Associação das Câmaras de Comércio e Indústria da Índia (The Associated Chambers of Commerce and Industry of India).

“Isso ajuda na abertura de mercado”, diz Álvares.

Os empresários brasileiros terão uma reunião de coordenação no dia 3, quando chegarão à Índia.

No dia seguinte, participarão do seminário Brasil – Índia: uma nova fronteira para oportunidades de negócios e de workshops setoriais de biocombustíveis, infra-estrutura, logística e tecnologia da informação.

O último dia da visita será livre, para encontros entre os empresários dos dois países.

No ano passado, as exportações brasileiras para a Índia alcançaram US$ 937 milhões.

As importações de produtos indianos foram de US$ 1,47 bilhão no mesmo período.

A intenção do governo brasileiro é de transformar o déficit em superávit, como ocorreu até 2005.

Para tanto, a CNI acredita que é imprescindível que o Congresso Nacional aprove o acordo de preferências tarifárias firmado no ano passado entre a Índia e o Mercosul.

Estudo da CNI destaca que é preciso ampliar os acordos bilaterais para alcançar no futuro uma zona de livre comércio entre a Índia e o Mercosul.

“Mas antes disso, o tratado já assinado precisa entrar em vigência”, diz o estudo.

Na avaliação da CNI, a Índia tem de ser mercado prioritário para o Brasil, porque é uma economia que cresce em um ritmo acelerado.

Fonte: Blog Magno Martins