Roberto Jefferson comenta em seu blog sobre batalha do salário mínimo

PTB Notícias 6/02/2011, 12:34


Leia abaixo comentários do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, publicados em seu blog na internet ( (http://www.

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com) neste domingo (06/02/2011):Pagando pra ver Segundo a “Folha”, Dilma vai travar as nomeações do 2º escalão até que o Congresso vote o salário mínimo.

Resumindo: vai ficar tudo acertado, mas nome publicado no DO só depois de terminada a sessão de votação do mínimo, que pode chegar a R$ 550 (o governo vem trabalhando com R$ 545, mas sabe que o Congresso sempre aumenta um pouco, razão pela qual endureceu com as centrais).

A estratégia pode dar certo, como aconteceu na eleição para a presidência da Câmara e do Senado e das Mesas Diretoras, mas nada garante que dará certo agora.

É pagar pra ver.

A dura vida de exCreio, porém, que o governo tem uma carta na manga.

Vai enviar ao Congresso, antes da votação do mínimo que valerá em 2011, medida provisória contendo uma política de valorização do salário mínimo no longo prazo, como Dilma prometera no discurso de abertura do Ano Legislativo.

Se a proposta do Executivo for considerada um avanço, os parlamentares podem considerar que vale a pena o sacrifício de um mínimo menor nestes tempos de ajuste fiscal.

Não custa lembrar que, neste caso, será enterrada a política implantada por Lula para o mínimo: inflação do ano anterior mais variação no PIB nos últimos dois anos.

Como dizem que o ex-presidente anda triste, este deverá ser mais um golpe.

São coisas na vida de todo ex.

“A dona da cadeira”Segundo o Radar On-line, na reunião em que Dilma decidiu “peitar” o deputado Eduardo Cunha, que não queria abrir mão da indicação do novo presidente de Furnas, a presidente, “irritada”, afirmou: “Na minha cadeira, ele não vai sentar”.

Além do carnaval e do futebolOs jornais destacam o quanto o estilo Dilma é diferente do de Lula.

Já falamos à exaustão no assunto, mas vamos além: as soluções dadas pela presidente para o comando da nova Secretaria de Aviação Civil e da Autoridade Pública Olímpica (APO) são emblemáticas.

A primeira – que incluirá sob seu guarda-chuva a Infraero, que terá seu capital aberto, e a Agência Nacional de Aviação Civil – será entregue ao ex-presidente do Banco do Brasil e atual presidente do Banco Safra, Rossano Maranhão, e a segunda, ao ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Em se tratando de Copa-14 e Jogos Olímpicos, Dilma não brinca em serviço.

Ao contrário do ex-presidente, ela passa ao largo das indicações políticas.

Melhor para o Brasil, que tem nas duas competições a oportunidade de mostrar ao mundo que não brilha apenas no carnaval e nos campos de futebol.

Quebrando a 2ª fortaleza do tráficoNeste domingo, mais uma vez as forças de segurança voltam a ocupar favelas no Rio de Janeiro.

Desta vez, são as de Santa Tereza e do Complexo do São Carlos (a segunda fortaleza do tráfico; a primeira era no Complexo do Alemão), no centro da cidade.

Além da participação de 700 policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, a Marinha participa com dez blindados.

Desejamos sucesso ao governador Sérgio Cabral e à equipe da Secretaria de Segurança do estado.

Além de ser um alívio para a população, a política de segurança que vem sendo implantada no Rio vai fazer com que a cidade tenha um dos seus melhores carnavais dos últimos tempos.

Já era sem tempo.

Ah, Ahmadinejad.

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Diz o “Estadão” que, quando visitar o País, em março, Barack Obama não vai fazer declarações de apoio à entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU como membro permanente.

Aliás, os EUA são contra.

E sabe por quê? Porque, para eles, cometemos um “pecado mortal” ao votar contra a resolução do Conselho sobre novas sanções ao Irã, em junho.

Ao mesmo tempo, Obama teme que a recusa possa contaminar as relações bilaterais entre os dois países, pauta central do encontro.

Só falta combinar com os russos, ou melhor, com a imprensa.

E tome saia justa!