Roberto Jefferson comenta lançamento da candidatura de Serra a presidente

PTB Notícias 11/04/2010, 13:17


Leia abaixo comentários do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, publicados em seu blog na internet ( (http://www.

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com) neste domingo (11/4):Duelo do amor contra o ódio Em um sábado que marcou o início oficial da campanha presidencial de 2010, os discursos dos dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas não deixam dúvidas: enquanto os tucanos apresentam idéias com pé e cabeça, vendendo esperança e rumo para o País, os petistas embarcam em seu surrado discurso revisionista e revanchista, difamando adversários e distorcendo a realidade.

O PSDB propõe diálogo e união, e o PT nada propõe, apenas tenta apagar o passado e recontar a história.

Que Lula não se engane: o eleitor decidirá entre o amor e o ódio.

Tucanos em sintonia com a sociedadeMe impressionou bastante, na festa montada pelo PSDB em Brasília, o clima de grande vibração das quase quatro mil pessoas que lotaram o auditório do complexo Brasil 21.

Quem lá esteve notou um José Serra equilibrado, tranqüilo e sabedor da direção que está tomando nesta campanha presidencial.

Eu não imaginava que o discurso do PSDB estivesse tão afinado com o pensamento da sociedade brasileira.

Serra passa a imagem de uma pessoa que sabe o que faz e que possui capacidade para assumir as rédeas de um país que tem ainda muitos entraves ao seu crescimento e desenvolvimento.

Seu discurso pode não empolgar tanto quanto o de um Aécio Neves ou mesmo de um Fernando Henrique, que deu o tom do comandante, mas demonstra preparo para enfrentar desafios que nem Lula, com toda sua popularidade e liderança, conseguiu vencer.

É um discurso a favor do Brasil como um todo, e não de algumas facções.

Está no caminho certo o PSDB.

Quanto maior o palanque, maior o tomboO eleitor brasileiro sabe que o País pode muito mais, e quer um timoneiro que nos conduza ao clube das nações ricas.

Quem se prende ao passado não se liberta para o futuro.

Assim tem agido Lula e sua marionete Dilma.

Ambos são raivosos, provocativos, buscam dividir a sociedade e eliminar moralmente seus adversários.

E para isso vale até a mentira, como fez o presidente no evento do PT em São Bernardo, ao distorcer deliberadamente a fala de Aécio Neves.

Lula está agindo de forma ridícula, e vai tomar um tombo dele mesmo.

Ele vai bater no chão, mas é ele que vai se atirar.

E quando Lula cair dele mesmo, estará cairá de um soberbo.

Haja despeito.

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O presidente Lula disse durante a semana que nunca viu uma campanha tão fácil para o PT, e neste sábado pediu empenho para que a sua candidata possa ganhar já no primeiro turno.

Essas bravatas do presidente mostram um Lula desesperado, já assumindo uma atitude de perdedor.

Lula produziu um discurso mesquinho em um evento em São Bernardo que já começou mesquinho por tentar ser um contraponto ao lançamento da candidatura de José Serra.

O presidente sabe que Dilma não é páreo, e está começando a entrar em desespero por saber que não conseguirá elegê-la.

O pessoal do PT é despeitado, por isso podem aguardar: vem muito mais raiva e rancor por aí.

Dilma, a maoístaDe seu lado, a candidata inventada por Lula ainda não conseguiu compor um personagem que leve o eleitor a enxergar nela alguém com capacidade para continuar o legado do presidente atual.

Não é distorcendo a verdade, nem atacando a oposição ou mesmo dramatizando e romantizando seu passado de guerrilheira que Dilma convencerá o eleitor de que tem condições de assumir o desafio de presidir o País.

Dilma não abandona o rancor em suas pregações, e quando está sem Lula a lhe puxar as cordinhas, tropeça nas palavras e comete gafes como as desta semana, em Minas Gerais.

A verdadeira Dilma por trás da marquetagem é uma pessoa de discurso revanchista, que tenta apagar a história para dizer que o Brasil foi refundado pelo PT.

A candidata petista tem ódio do passado, e parece querer promover uma revanche cultural, uma atitude de cunho maoísta.

O brasileiro não quer esse tipo de coisa.

Nada como o regime democrático para clarear as intenções revisionistas como as da “companheirada”.