Roberto Jefferson comenta pesquisa Datafolha com cenários para 2014

PTB Notícias 30/06/2013, 12:48


Leia abaixo comentários do Presidente Licenciado do PTB, Roberto Jefferson, publicados no seu blog na internet ( (http://www.

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com) www.

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com) neste domingo (30/06/2013):Embolou geral Datafolha diz que Lula não resistiu à perda de prestígio que atinge os políticos; mas, ao contrário de Dilma, que derreteu 21 pontos percentuais nas intenções de voto para 2014, ele perdeu 10, e ainda poderia vencer a eleição no 1º turno se candidato fosse.

Dilma ainda pode recuperar o espaço perdido (vai precisar muito do apoio dos aliados, do PT, e da economia).

Caso fracasse, e Lula saia candidato, sua saúde, motivo de boatos, seria um ingrediente a mais da equação na hora de compor a chapa.

Nessa circunstância, o PT confirmaria Temer na vice? Arriba, Brasil! Desejo sucesso aos meninos da seleção brasileira hoje contra a Espanha.

Se o placar não for de 1×0 para o Brasil, creio que iremos aos pênalties.

Aí, só rezando.

Haja coração.

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Desencanto epidêmico Mais contundente do que os quatro cenários colocados pelo Datafolha para medir a intenção de votos dos brasileiros na disputa presidencial de 2014 – que mostram Dilma em queda livre (de 51% para 30%) e Lula ainda com chance de ganhar no primeiro turno (caiu de 55% para 46%) – é o dado que mostra o aumento do número de eleitores sem candidato.

No início do mês, eram 12% os que afirmavam não ter um, e passados quase 30 dias, o número dobrou (24%).

Também é expressiva a queda da presidente Dilma na pesquisa espontânea, na qual o entrevistado não é confrontado com uma lista de nomes.

Neste cenário, Dilma caiu de 27% para 16%, e Lula se manteve estável na segunda colocação, com 6%.

O jogo de 2014 embaralhou de vez.

Febre Para o bem ou para o mal, só dá Lula nas redes sociais.

O mais rejeitado Depois de ouvir especialistas e políticos, o “Estadão” e “O Globo” chegaram à conclusão de que o carro-chefe petista na reforma política, o financiamento público de campanha, será rejeitado pela população se incluído no plebiscito.

“O Globo” consultou cientistas políticos de universidades do Rio, que foram taxativos: o financiamento público não passa.

“Ideia de tirar recursos do orçamento para campanhas eleitorais vai gerar um mal-estar muito grande”, diz o professor Mauro Campos.

Já o “Estadão” promoveu uma sondagem com líderes de partidos na Câmara e no Senado, e da mesma forma houve forte rejeição à adoção da tese petista.

Como se especula que o custo da eleição seria superior a R$ 1 bilhão, só mesmo muita marquetagem para convencer a população de que é preciso tirar essa dinheirama da saúde, da educação, da segurança, para aplicar em campanha eleitoral.

A polêmica maior Outro item da reforma objeto de consulta do “Estadão” junto aos líderes partidários foi o fim da reeleição para presidente, governadores e prefeitos.

No Senado, o fim da reeleição foi defendido pela maioria, sendo que até mesmo o PT defende um mandato único de cinco anos.

Na Câmara, entretanto, o tema divide a opinião dos líderes, e o futuro da proposta ainda é uma incógnita.

Não é por outro motivo, aliás, que há anos se fala em reforma política, mas pouco se avança, tal a teia de interesses nela incluída.

Agora, porém, chegou a hora da verdade.