Roberto Jefferson destaca artigo de FHC e aniversário de 18 anos do Real

PTB Notícias 1/07/2012, 12:56


Leia abaixo comentários do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, publicados em seu blog na internet ( (http://www.

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com) neste domingo, 1º de julho:Hora de reforçar valores Em artigo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reflete sobre a necessidade de se reforçar, nesta nova classe que emerge no país, os valores que se perpetuaram na formação e consolidação da tradicional classe média brasileira.

Ele sustenta que o tripé escola-trabalho-decência foi o modelo de conduta desse segmento, e que o mesmo precisa ser perpetuado para que os princípios sempre prevaleçam à ambição.

Concordo integralmente com FH e acrescento mais um: os valores cristãos do nosso povo.

Que estes continuem contagiando toda a sociedade.

Plano Real, 18 anos Neste 1º de julho, o Plano Real faz aniversário e completa 18 anos.

Ele entrou em vigor na gestão do então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, no governo de Itamar Franco, e se transformou em um divisor de águas na história econômica brasileira.

Os tucanos conceberam o Plano e trabalharam com afinco por sua consolidação nos oito anos de FHC no governo.

Os petistas, com Lula e agora Dilma, inteligentemente mantiveram seus fundamentos e aperfeiçoaram o Real, inclusive puxando as taxas de juros para níveis mais civilizados.

Apesar de tudo, nossos problemas ainda são crônicos, as mazelas persistem ano a ano, e os gargalos que impedem o crescimento econômico com desenvolvimento social permanecem os mesmos.

A estabilidade alcançada com o Real nesses 18 anos não nos fizeram evoluir na educação, no saneamento básico, na saúde, na redução de impostos, na melhoria da sensação de segurança nas grandes e médias cidades.

A estabilidade da moeda, a redução da inflação e a melhoria na distribuição de renda foram trunfos inegáveis, mas é preciso dar um novo salto.

A bola está com Dilma e o Congresso.

2014 é agora! Com o encerramento, neste sábado, das convenções em que foram definidas as candidaturas e coligações para as prefeituras brasileiras, um personagem passou a estar ainda mais em evidência: o governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

Se em São Paulo o governador embarcou na caravana lulista que tenta emplacar o desconhecido Fernando Haddad, nos estados de Pernambuco e Ceará a guerra entre PT e PSB promete ser encarniçada.

Também em Belo Horizonte os dois aliados seguirão rumos diferentes, já que o PT abandonou o barco do prefeito Marcio Lacerda para dar o troco no PSB.

As eleições são de 2012, mas em todos os movimentos políticos e partidários o clima que se respira é de 2014.

Todos movem suas peças no presente de olho nos movimentos futuros.

Mais do que nunca, o aliado de hoje pode se tornar o grande adversário de amanhã, e vice-versa.

Pintados para a guerra De acordo com o “Panorama Político” de “o Globo”, a presidente Dilma escalou os ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Aloizio Mercadante, da Educação, para derrubarem o texto aprovado na Câmara que estabelece o percentual de 10% de gastos obrigatórios da União, estados e municípios com o setor da educação.

O governo, que antes defendia 7% e já admite 8%, vai entrar pesado nesta negociação.

Resta saber se conseguirá convencer a turma dos insatisfeitos a diminuir verbas para um setor que claramente vem alcançando pífios resultados nos nove anos de gestão petista.