Roberto Jefferson elogia medida do governo que visa enxugar a máquina

PTB Notícias 14/10/2011, 13:31


Leia abaixo comentários do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, publicados em seu blog na internet ( (http://www.

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com) nesta sexta-feira (14/10):Medida mais do que necessária É elogiável a intenção do Palácio do Planalto de implementar reforma administrativa que enxugue a estrutura governamental, fundindo secretarias com status ministerial e extinguindo outras que não justificam gastos públicos.

É o caso das secretarias de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e da Juventude, que seriam absorvidas pelo futuro Ministério dos Direitos Humanos.

Dilma deve mesmo tomar medidas que dêem maior racionalidade à máquina, já que, afinal, o dinheiro está curto pra bancar estrutura tão inchada.

A hora é de cortar na carne.

Os publicitários agradecem Por unanimidade, os membros do Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária, o Conar, decidiram arquivar a representação enviada pela ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes, pedindo que fosse retirada do ar a campanha publicitária estrelada por Gisele Bundchen para a marca Hope, de calcinhas e sutiãs.

A ministra decidiu não recorrer da decisão.

Fez bem.

A sua ação só serviu mesmo para ampliar ainda mais o alcance da propaganda com a Gisele.

A Hope bem que podia mandar um presente pra ministra, pela forcinha que ela deu na venda de calcinhas e sutiãs da empresa.

Arrumando as gavetas O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou que pretende apresentar ao Palácio do Planalto um estudo sobre os pontos que, segundo ele, precisam ser melhor esclarecidos na nova Lei do Aviso Prévio, sancionada recentemente pela presidente Dilma.

Pela nova legislação, o aviso prévio pode chegar a 90 dias, em vez dos atuais 30, para trabalhadores há mais de um ano na empresa.

Cada ano adicional acarretará mais três dias de aviso prévio, até o teto de 90.

Lupi disse que vai propor que o governo apresente novo projeto sobre o assunto.

Mais uma bola fora do ministro que, aliás, não consegue acertar uma.

A presidente Dilma fez festa para sancionar a nova lei, e quem lê o texto atsta que as mudanças são claras e benéficas para o trabalhador.

Aí aparece o ministro afirmando ainda haver “muitas lacunas e dúvidas”, na lei assinada por sua chefe maior? Fazendo coro com os sindicatos que não falam a mesma língua que Dilma? O ministro parece estar arrumando o discurso pra sair.

Devagar com o andor.

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Segundo o Painel da “Folha”, o Palácio do Planalto definiu quais serão as primeiras obras licitadas pelo recém-regulamentado Regime Diferenciado de Contratações para a Copa e a Olimpíada: a ampliação do estacionamento do aeroporto de João Pessoa, a construção da nova torre do terminal de Salvador e a instalação do sistema de manuseio de bagagens do Galeão.

O Painel diz que os contratos dessas obras serão monitorados pelos ministérios da Casa Civil e do Planejamento, com aval da CGU.

Tudo muito bom, tudo muito bem, mas o governo deveria esperar sair a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade do novo regime.

O ministro Luiz Fux promete colocar em pauta nos próximos dias o julgamento da Adin ajuizada pelo procurador-geral, Roberto Gurgel, questionando a criação do RDC, aplicável a licitações e contratos de obras para os dois grandes eventos internacionais.

Se a decisão for pela inconstitucionalidade, as obras se tornarão um mico, com prejuízos para o caixa do Tesouro.

Cartas marcadas? As polêmicas sobre a Copa do Mundo, que nos últimos dias esfriaram até mesmo por conta do feriado do dia 12, devem voltar com força na próxima semana.

Isto porque a FIFA promete para o dia 20 o anúncio das cidades que sediarão os jogos de abertura e encerramento da competição.

Como se sabe, a briga para organizar estas duas partidas envolve mais política do que logística, e muitos governadores, prefeitos e políticos engrossam o lobby para levarem as partidas para suas cidades.

Por enquanto, o palpite mais forte é que o novo estádio do Corinthians receba a abertura, e o Maracanã fique com a finalíssima.

Ou vice-versa.