Roberto Jefferson elogia postura de Collor durante discussão no Senado

PTB Notícias 4/08/2009, 13:13


Leia abaixo comentários do Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, publicados em seu blog na internet ( (http://www.

blogdojefferson.

com/) www.

blogdojefferson.

com) nesta terça-feira (04/8):Collor acerta a mão O duro discurso de Fernando Collor em defesa do senador José Sarney me fez voltar no tempo e relembrar o dia que ele renunciou à presidência da República.

Naquele dia eu estava pronto para defendê-lo da tribuna, como advogado, apontando as contradições das vestais que nestas horas aparecem para atirar pedras nos outros.

Não existem santos na política.

Pelo contrário, todos estão mais para Maria Madalena, ou seja, também possuem pecados, como qualquer ser humano.

A solidariedade no sofrimento uniu velhos adversários.

Dá-lhe Collor! A quem interessa a crise?Se tem algo que incomoda ao próprio eleitor é a hipocrisia de alguns que adoram posar como melhores do que os outros.

Em muitos blogs e fóruns na internet já se percebe que as pessoas questionam o que estaria por trás desta crise no Senado: a quem interessa manter em fogo alto a confusão que desde o começo do ano paralisa o Legislativo? Ao governo ou à oposição?Mídia engajada é fogoA edição do Jornal Nacional de ontem em relação ao bate-boca no Senado mostra bem como a opinião pública já está alinhada com o jogo eleitoral de 2010.

O Jornal deu amplo espaço ao senador Pedro Simon e seu pedido para que Sarney renuncie, e tratou os outros senadores como simples “aliados do presidente do Senado”.

Para Simon ficou o papel do paladino que quer moralizar o Congresso.

Já os demais foram mostrados como os agressivos, os nervosos.

A fala de Collor escolhida foi a que pediu que Simon engolisse as palavras, mas Collor falou muito mais do que isso, inclusive questionando o papel da mídia nas crises institucionais.

Para rechear a matéria, as vestais de sempre (Arthur Virgílio, Cristovam Buarque, Jarbas Vasconcelos) na defesa da moralidade em dobradinha com Simon.

A imprensa está tão óbvia e repetitiva nesta crise quanto um contador de piadas velhas.