Roberto Rocha relata problemas vividos pela população do Maranhão e critica governo comunista de Flávio Dino

PTB Notícias 11/05/2022, 15:56


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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (10/05), o senador Roberto Rocha, do PTB do Maranhão, destacou a sua preocupação com a situação enfrentada por milhares de usuários maranhenses que dependem do ferryboat para fazer a travessia do porto de Cujupe à Ponta da Espera, que liga a Ilha de São Luís ao continente. O senador petebista detalhou aos colegas parlamentares os graves problemas no sistema de transportes do Estado. Segundo Roberto Rocha, a situação piorou logo após o governador do Maranhão, Flávio Dino, intervir na Serviporto, empresa que desde 1987 administrava três ferryboats.

De acordo com o senador petebista, depois de impor sérias restrições à empresa por cinco anos consecutivos, o governador Flávio Dino decretou intervenção estatal na prestadora daquele serviço. A partir de então, o estado assumiu toda a gestão desse transporte, até mesmo com substituição dos funcionários.

“Você quer saber o resultado? Dos três ferryboats, dois estão quebrados. O único que funciona opera com um motor apenas. E uma viagem que deveria durar uma hora está durando mais de três horas. As filas de espera são quilométricas, e a falta de segurança, claro, é evidente. É esse o pesadelo provocado pelo governo comunista do Maranhão. Agora, após haver sucateado a empresa privada, prestadora do serviço, o governo quer fazer uma licitação e trazer uma empresa de fora para gerir a travessia. Parece mentira, mas não é!”, protestou o senador Roberto Rocha.

Ao concluir seu pronunciamento, o senador Roberto Rocha disse que situações como essa descrita por ele, que prejudica milhares de cidadãos e cidadãs do Maranhão, leva à conclusão de que é preciso mudar a administração do Estado. Para o senador, o governo atual comandado pelo comunista Flávio Dino atua com preconceito contra o capital privado.

“Nem na época do Lenin, no início do século passado, quando o mundo tinha 1 bilhão de habitante, o poder tinha condição de prover todas as necessidades da população. Era necessário chamar o capital privado. Eu aqui chamo a atenção para um assunto que diz respeito à população, infelizmente a mais pobre deste país. E no Maranhão a população mais pobre que há é exatamente a população da Baixada Maranhense, que depende desse serviço, todos os dias, o dia todo, para chegar à capital do estado”, destacou Roberto Rocha.