Ronaldo Nogueira sobre CPMF: “Brasil não suporta mais este tributo”

PTB Notícias 22/02/2016, 14:48


O governo da presidente Dilma Rousseff sinaliza o envio de mensagem ao Congresso para recriar a CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira – mais uma contribuição que pesará na já elevada carga de impostos, e que é a relação entre o total de tributos arrecadados no país (impostos, taxas e contribuições) e o PIB (Produto Interno Bruto).

No Brasil, a respectiva taxação poderá superar 35% do PIB.

Para o deputado federal Ronaldo Nogueira (PTB-RS), o governo deve promover políticas públicas que garantam aos seus cidadãos a segurança nacional, a fidelidade dos contratos e a sanidade da moeda; bem como, que sirvam ao povo – através de uma estrutura de governança que ofereça serviços eficientes nas áreas da segurança, saúde, educação e infraestrutura -, sustentadas pela arrecadação tributária.

“Os recursos que a união, estados e municípios arrecadam dos contribuintes devem ser direcionados para garantir a existência de um Estado-nação e de um Estado prestador de serviços”, defende o parlamentar.

Ronaldo ressalta, também, que se o governo proporciona um ambiente de insatisfação, quer pela fragilidade das ações de gestão, ou pela ineficiência dos serviços oferecidos, o povo reage com indignação, na tentativa de preservar seus direitos.

“O atual governo, ou está atônito enclausurado na realidade palaciana e não tem noção do que se passa com a população, ou, efetivamente, deixa claro sua incapacidade de dar as respostas tão esperadas pelos brasileiros.

Esse governo precisa reestudar/reestruturar e, principalmente, honrar suas propostas de campanha!”, afirma o deputado Ronaldo.

Segundo o parlamentar, caso seja confirmada a volta da CPMF, será emergencial o início de uma reforma tributária e que a matriz seja invertida, reduzindo o número de tributos.

“Esta é uma luta que já iniciei e na qual continuarei atuando rigorosamente, com o objetivo de que sejam feitas as devidas alterações; pois, se desonerarmos a produção teremos mais empregos, e mais dinheiro no bolso do trabalhador”, explica.

Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações da assessoria da bancada do PTB na Assembleia Legislativa do Rio Grande do SulFoto: Divulgação/Assessoria