Telmário Mota quer premiar luta pela causa indigenista com Diploma Bertha Lutz

Agência Trabalhista de Notícias 1/11/2017, 10:51


Imagem Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado

O Diploma Mulher-Cidadã-Bertha Lutz deverá premiar anualmente pelo menos uma pessoa que tenha atuação na causa indigenista. É o que determina projeto (PRS 36/2016) do senador Telmário Mota (PTB-RR) aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal na terça-feira (31). O texto seguirá agora para exame final da Comissão Diretora do Senado.

O Diploma Bertha Lutz tem o objetivo de destacar as ações voltadas à eliminação do preconceito de gênero e à defesa dos direitos das mulheres. Criado pelo Senado, premia anualmente, desde 2001, cinco pessoas de diferentes áreas de atuação, sendo no mínimo quatro mulheres.

“As mulheres indígenas estão entre os setores da população cujas carências, necessidades e enfrentamentos são mais cobertos pelo manto da invisibilidade social”, afirma Telmário Mota. De acordo com o petebista, a premiação pode exercer “o poderoso papel” de tornar mais evidente a luta daqueles que dedicam sua vida em busca de melhorias para essa parcela da população.

A relatora, senadora Ângela Portela (PDT-RR), manifestou-se favorável ao projeto, que considera promotor de inclusão. “É inegável a relevância da cultura indígena no processo de formação de nosso povo. Garantir a premiação a pessoas que se destacam na defesa dos direitos dos índios é uma forma de homenagear e rememorar a cultura dos diferentes povos indígenas do nosso país”, afirma.

Com informações da Agência Senado