TRE reconduz Reginaldo Andrade à Prefeitura da Barra de São Miguel

PTB Notícias 19/04/2009, 9:31


O prefeito reeleito da Barra de São Miguel (AL), Reginaldo Andrade (PTB), foi reconduzido ao cargo.

Reginaldo Andrade havia sido afastado na véspera da diplomação e assumiu em seu lugar a segunda colocada, Rosinha Cavalcante.

Agora, Reginaldo Andrade volta ao cargo por cinco votos a um.

O único voto pela cassação de Reginaldo Andrade foi dado pelo vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Orlando Manso.

Os demais membros do Pleno votaram pela recondução.

Ainda cabe recurso por parte da segunda colocada Rosinha.

No entanto, a decisão do Pleno deve ser cumprida de imediato.

Reginaldo Andrade disse – por meio de sua assessoria – que espera tomar posse na próxima segunda-feira, dia 20, assim que a decisão oficial for comunicada à Câmara Municipal da Barra de São Miguel.

Reginaldo Andrade foi afastado por conta de um processo, onde ele figurava como suspeito de ter cometido crimes eleitorais.

A ação contra Andrade foi proposta pelo Ministério Público Estadual.

De acordo com a denúncia, o prefeito eleito teria trocado votos por material de construção.

O relator do processo, juiz André Granja, alegou que não havia provas suficientes da acusação de compra de votos contra Reginaldo Andrade e por isto deu seu voto a favor da recondução.

O relator foi acompanhado por Ana Florinda, Manoel Cavalcante e Eloína Braz.

Também por meio de assessoria, Andrade se disse “feliz” com o resultado do julgamento.

“Foi feita a vontade do povo”, frisou.

O prefeito eleito não acompanhou o julgamento.

No entanto, conforme sua assessoria, cerca de 200 correligionários se fizeram presentes no prédio sede do Tribunal Regional Eleitoral.

Reginaldo Andrade deve ainda organizar uma carreata na tarde deste sábado, dia 18, na cidade da Barra de São Miguel.

O advogado do prefeito, Michel Galvão, disse que agora Reginaldo Andrade pretende trabalhar para recuperar os quatro meses que ficou afastado da Prefeitura Municipal.

“Foi importante o entendimento dos juízes de que a acusação não tinha fundamento”, salientou.

* Agencia Trabalhista de Notícias com informações do Portal Alagoas 24 Horas