Vereadora Jeruza Reis cobra processo de indenização de imóveis em Poá

PTB Notícias 11/05/2012, 6:57


A presidente do PTB de Poá (SP), vereadora Jeruza Lisboa Pacheco Reis, esteve com juízes do município recentemente para saber sobre o andamento dos processos de indenização e de desapropriação de imóveis de Calmon Viana para a construção do Trecho Leste do Rodoanel “Mário Covas” (SP-21).

Segundo a presidente da Comissão Especial Temporária para o Acompanhamento do Projeto Viário da Câmara de Poá, representantes da Vara Cível da cidade garantiram que a SPMar, que ganhou a licitação para executar a obra, não poderá fazer uso dos imóveis do bairro para a construção da auto-estrada enquanto não seja feita perícia judicial.

De acordo com Jeruza, não de hoje os moradores de Calmon Viana reclamam do tratamento recebido por parte da SPMar, sobretudo quanto aos valores que a empresa está oferecendo para as desapropriações, que estariam abaixo do que é praticado normalmente pelo mercado.

Em solidariedade às famílias do bairro, a vereadora esteve recentemente com juízes da Vara Cível de Poá para tratar do assunto.

O encontro foi realizado há poucos dias, oportunidade em que foi garantido à parlamentar que, enquanto não seja realizada na localidade uma perícia judicial sobre a real situação dos imóveis que devem ser desocupados para ceder espaço à edificação do rodoanel no Alto Tietê, não haverá imissão na posse.

Sem autorização judicial, a SPMar não pode fazer uso das casas e comércios que futuramente serão alvo de desapropriação.

Jeruza ressalta que é preciso garantir as diretrizes traçadas em audiências públicas realizadas pelo Desenvolvimento Rodoviário S.

A (Dersa) sobre a construção do trecho leste do rodoanel no eixo Poá-Suzano, bem como o respeito à licença previamente aprovada:”A intenção não é prejudicar o andamento da obra, mas, sim, ter conhecimento do que será e está sendo feito.

Entendemos a obra como necessária, com pontos de impactos positivos e negativos, que devem ser mensurados de forma democrática e participativa.

No entanto, não podemos perder de vista as diretrizes apontadas e a lisura das negociações, que devem ser pautadas pela urbanidade e pela civilidade, com respeito e bom trato, sem omissões nem negligências”, pontuou.

Agência Trabalhista de Notícias (LL) com informações do Blog do Fernandes