Vice-Prefeito Edvaldo Brito integra reunião de gestão do metrô em Salvador

PTB Notícias 17/03/2011, 8:34


A terceira reunião do Grupo de Trabalho (GT) que discute a gestão do metrô de Salvador realizada, nesta quarta-feira (16/03), na Secretaria Municipal de Transportes e Infraestrutura (Setin), tratou da abordagem técnica do estágio atual das obras, as próximas etapas e o modelo operacional do sistema.

O grupo, integrado por representantes das secretarias da Fazenda (Sefaz), do Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), colocou em pauta, mais uma vez, a integração da mobilidade urbana na capital.

Presentes no encontro, técnicos da Companhia de Trens Urbanos (CBTU) e da Companhia de Transportes de Salvador (CTS) levantaram dados da primeira linha do Metrô Salvador Lapa/Acesso Norte, com extensão de 6,6 quilômetros e cinco estações.

No encontro, foi divulgado que o primeiro trecho da obra está quase 100% concluído.

Com previsão inicial para ter mais de 12 quilômetros e oito estações de integração rodoviária, a alternativa de aderir aos moldes de uma Parceria Público-Privada (PPP) ainda não é descartada, e faz com que técnicos incluam na pasta a tendência de projetar o metrô em direção a Cajazeiras.

Representando a Prefeitura, o vice-prefeito Edvaldo Brito (PTB) declarou que a PPP é considerada fundamental.

No entanto, disse que nada existe de concreto.

“Esse assunto ainda é debatido e objeto de análise.

O aspecto jurídico-financeiro deve presidir esta temática quando falamos da integração de modais”.

“Temos apenas um esboço.

O que há de concreto é que o sistema deverá ser completamente integrado com os outros meios de transporte”, disse o vice-prefeito Edvaldo Brito.

Não há data estabelecida para que o documento esteja pronto.

A integração desejada já estaria prevendo o futuro Bus Rapid Transit (BRT), cuja licitação para a obra está prevista para começar em maio.

A integração, segundo Brito, também vai acontecer na gestão, em que a participação da iniciativa privada é dada como certa.

“Não há ideia de estadualizar ou municipalizar, mas sim de trabalhar em conjunto, inclusive com empresas que tenham interesse”, declarou.

Já as questões sobre quando os trens vão andar e o custo das passagens continuam sem resposta.

“É um sistema muito complexo”, justificou o vice-prefeito.

A respeito do processo que está no Superior Tribunal de Justiça (STJ), com supostas fraudes no metrô, Brito foi sucinto: “Meus olhos são de um jurista.

Só opino conhecendo o processo”.

Agência Trabalhista de Notícias (LL) com informações dos Portais Jornal da Mídia e Correio 24 Horas